• Category Archives Dicionarios
  • Revista – Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (ICALP)

    (1) – Revista / Março de 1985 – n.º1 – O Traçar do Rumo – Fernando Cristovão / Homenagem ao Instituto de Alta Cultura – lídio do Amaral /  A Praça do Príncipe Real e os Vários Prédios que o Circundam – Eduardo Martins Bairrada / Para Uma Perspectiva da Cultura Portuguesa – Fernando de Mello Moser / Uma Personalidade, Um Tempo, Uma Obra – Fernando Namora Fala a Maria Alzira Seixo / Inter-Bruxo: Um Analisador Ortográfico Interativo para o Português – Pedro Guerreiro / Homem de saber e de Fé: Padre Manuel Antunes: – A. L. de Sousa Franco / O Tratamento Lexicográfico de Texto africano em Língua Portuguesa. O «Africanismo» – Carlos Alberto Antunes Maciel / a Universidade de Coimbra Acolheu Tancredo Neves / Academia das Ciências de Lisboa / In Memoriam… /  Evocações Pessoanas / Prémios e Condecorações – Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (ICALP) – Lisboa – 1985. Desc. 118 pág / 23 cm x 16,5 cm / Br. Ilust «€15.00»

    (2) – Revista / Agosto – Dezembro de 1985 – n.º2 & 3 – Linguagem e Ciência – Harald Weinrich / Gramática Pastrane Um Apontamento Bibliognóstico – Justino Mendes de Almeida / Uma Personalidade, Um Tempo, uma Obra – Luis Archer Fala a Maria de Lurdes Belchior / Questões Sobre a Cultura Portuguesa – Respostas e Prof. Dr. José Sebastião da Silva Dias / Língua e Cultura Portuguesa no Mundo – Fernando Cristóvão / Das Geometrias Labirínticas – Lima de Freitas / Linguagem e Celebração Religiosa – Albino Mamede Cleto / Letra da Lei em Tradução – José Pestana / Sociedade da Língua Portuguesa / Homenagens / Língua e Literatura na  Universidade dos Açores  – Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (ICALP) – Lisboa – 1985. Desc. 176 pág / 23 cm x 16,5 cm / Br. Ilust «€15.00»

    (3) – Revista / Julho de 1986 – n.º 5 – Unidade da Língua Portuguesa / Maria Helena Mira Mateus  – Bases Analíticas da Ortografia Simplificada da Língua Portuguesa de 1945, renegociadas em 1975 e consolidadas em 1986  / Unificação ortográfica da Língua Portuguesa – João Malaca Casteleiro / A hora e a vez da Língua Portuguesa – Fernando Cristóvão / Um juízo sobre o novo Acordo Ortográfico – Ivo de Castro /  As origens do novo acordo – Luís F. Lindley Cintra  / O Acordo Ortográfico na praça pública  A Língua dos «Infantes» –  Eduardo Prado Coelho  /  Humortográfico /  Ortografia e Ortografia Portuguesa – José Gonçalo Herculano de Carvalho / Notícia sobre a elaboração da Terminologia Científica e Técnica da Língua Portuguesa / Maria Elisa Macedo Oliveira  – Uma Personalidade, Um Tempo Uma Obra – José de Matos / Cruz fala de Cinema Português  / Fernando Pessoa e os meandros da Solidão – António Mateus Vilhena / O Universo Telúrico de Aquilino Ribeiro (II) –  Antonio Valdemar / UMA INSTITUiÇÃO, UMA HISTÓRIA Os Jardins-Escolas João de Deus – Um Centro Cultural, Um · Método, Uma Cartilha /  Do ensino do Latim na actualidade – Maria Helena da Rocha Pereira / Foi a Espanha quem descobriu o Brasil? – Um depoimento a Espanha quem descobriu o Brasil? – Um depoimento descoberta do Brasil – Luís de Albuquerque / Prémios literários em Portugal – Dulce Matos  / O aniversário do Tratado de Windsor / Baquero Moreno – Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (ICALP) – Lisboa – 1986. Desc. 168 pág / 23 cm x 16,5 cm / Br. Ilust «€15.00»


  • Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa

    Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa
    Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa «€100.00»

    José Pedro Machado – Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa, Com mais Antiga Documentação Escrita e Conhecida de Muito dos Vocábulos Estudos [Vol. 1 A / B] [Vol. 2 C / E] [Vol. 3 F / L] [Vol. 4 M / P] [Vol. 5 Q / Z]- Livros Horizonte – Lisboa – 1977. Desc. 478 + 521 + 554 + 465 + 439 pág / 25 cm x 19 cm / E. Original « Edição 3ª»


  • Cristianismo

  • Dicionário Enciclopédico da História de Portugal

    Dicionário Enciclopédico da História de Portugal
    Dicionário Enciclopédico da História de Portugal «€60.00»

    José  Costa  Pereira  (Coordenação) Álvaro Salema, Carlos Araújo, Helena Morbey, Maria  Helena  Porto Costa e Orlando Rocha Pinto (Equipa Redactorial) Fernando Barata (Assessor Iconográfico) – Dicionário Enciclopédico  da  História de Portugal  – Publicações Alfa – Lisboa – 1991. Desc. 498 + 497 pág / 30 cm x 23 cm / E. Ilust.


  • Dicionário de História Religiosa de Portugal

    Dicionário de História Religiosa de Portugal
    Dicionário de História Religiosa de Portugal «€150.00»

    Carlos Moreira Azevedo (Direcção) Ana Maria Jorge, Ana Maria Rodrigues, António Camões Gouveia, António Matos Ferreira, David Sampaio Barbosa, José da Silva Lima, Luís Filipe Thomaz, Paulo F. Oliveira Fontes e Samuel Rodrigues  – Dicionário de História Religiosa de Portugal – Circulo de Leitores – Lisboa – 2001. Desc. 496 + 479 + 473 + 632 pág / 27,5 cm x 20 cm / E. Ilust. [Colecção Completa em 4 Volumes]


  • Dicionário de Santos

    Dicionário de Santos
    Dicionário de Santos «€15.00»

    Jorge Campos Tavares – Dicionário de Santos «Hagiológico  Iconográfico de Atributos de Arte e Profissões de Padroados de Compositores de Musica Religiosa – Lello & Irmão – Editores – Porto – 1990. Desc. 284 pág / 21 cm x 14.5 cm / E. Ilust.


  • Dicionário de História de Portugal

    Dicionário de História de Portugal
    Dicionário de História de Portugal «€220.00»

    Joel Serrão – Dicionário de História de Portugal – Iniciativas Editoriais – Lisboa – 1971. Desc. 858 + 985 + 897 + 743 págs / 25 cm x 19 cm / E. Pele. Ilust.

     

     

    Joel Justino Baptista Serrão  (Santo António, Funchal, 1919 — Sesimbra, 5 de Março de  2008 (89 anos) foi um  historiador  português. Joel Serrão licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Em 1942 foi, juntamente com Rui Grácio, director do jornal  cultural  Horizonte  editado pela Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Este jornal  publicava escritos de autores ligados ao Neorealismo; por esse motivo teve um período de vida relativamente curto pois  aquela Faculdade,  assim como outras, estavam sujeitas a vigilância constante por parte da  PIDE e Joel Serrão era próximo do grupo anti-fascista, como se dizia então, da Faculdade de Letras. De 1948 a 1972, foi professor do liceu em Viseu, Funchal,  Setúbal e Lisboa. Foi professor do  Instituto Superior de Economia da Universidade Técnica de Lisboa e da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e dirigiu o Centro de Estudos de História do Atlântico (Madeira); foi membro do Conselho de  Administração da Fundação Calouste Gulbenkian e foi também professor na  Faculdade de Ciências  Sociais e Humanas da  Universidade  Nova de  Lisboa . A 15 de Julho de 1987 foi feito  Comendador da  Ordem da Liberdade


  • Dicionário Ronga-Português

    Dicionário Ronga-Português
    Dicionário Ronga-Português «€40.00»

    Rodrigo de Sá Nogueira – Dicionário Ronga -Português – Junta de Investigação do Ultramar / Centro de Estudos Políticos e Sociais – Lisboa – 1960. Desc. 643 Pagi / 25 cm x 19 cm / Encadernação Original

    Lingua Ronga – XiRonga, também referido como Ronga, ShiRonga ou GiRonga, é uma das línguas originárias da província e cidade de Maputo, em Moçambique. Faz parte do ramo Tswa-Ronga das línguas bantu. Tem cerca de 650 mil falantes em Moçambique e 90 mil na África do Sul. Alguns linguistas consideram que esta língua é uma forma ou dialecto da língua xiTsonga. Na actualidade a língua, que já foi a mais falada na capital do país, está ameaçada pela preponderância do português e do xangana. As autoridades locais têm vindo a tomar medidas para evitar a decadência deste idioma, tornando-a língua de ensino e de trabalho. Esta língua também é conhecida como landim pelos falantes de português, uma vez que os seus falantes se referem à sua língua como xilandi.


  • Dicionário de Apontamentos Sobre Línguas Bantas «Kimbundo e Kikongo»

    Dicionário de Apontamentos Sobre Línguas Bantas
    Dicionário de Apontamentos Sobre Línguas Bantas «€50.00»

    Capi. Freitas Lopes e Mário Milhões – Dicionário de Apontamentos Sobre Línguas Portuguesa / Bantas «Kimbundo e Kikongo» «Caderno de Instrução» – Região Militar de Angola / Quartel General – Angola – 1964 . Desc.172 Pagi. «Escrito de Dactilografia» / 30 cm x 21 cm / Encadernado

    Obs: As línguas bantas formam um ramo do grupo benue-congolês da família linguística nígero-congolesa, com mais de 600 línguas. São faladas sobretudo nos países africanos a sul do Equador, por cerca de 300 milhões de pessoas, principalmente por bantas. Os idiomas bantu foram classificados por Malcolm Guthrie em 1948 em grupos de acordo com zonas geográficas. Guthrie também reconstruir o proto-bantu como o protoidioma deste grupo de idiomas. A actual abrangência do grupo linguístico deve-se à expansão banta, que provavelmente ocorreu há aproximadamente 2000 anos. A palavra bantu foi primeiramente usada por W. H. I. Bleek (1827-75) com o significado de povo como é refletido em muitos dos idiomas deste grupo – em muitas destas línguas, usa-se a palavra ntu ou dela derivada referindo-se a um ser humano; ba- é um prefixo que indica o plural para seres humanos em muitas destas línguas. Bleek e mais tarde Carl Meinhof fizeram estudos comparativos das gramáticas dos idiomas bantos. Existe alguma controvérsia sobre a identidade de alguns idiomas bantu, que alguns linguistas consideram dialectos de uma língua. Em Moçambique, por exemplo, a língua principal do sul do país é a língua tsonga, embora os seus dialetos, xiChangana, xiRonga e xiTswa sejam muitas vezes considerados línguas. A característica gramatical mais proeminente dos idiomas bantos é o uso extensivo de prefixos. Cada substantivo pertence a uma classe e cada idioma pode ter aproximadamente dez classes, um pouco como gêneros em idiomas europeus. A classe é indicada por um prefixo no substantivo, como também em adjetivos e verbos que concordam com aquele. O plural é indicado por uma mudança de prefixo. O verbo tem vários prefixos. Por exemplo, em suaíli “Mtoto mdogo amekisoma” significa “A criança pequena leu isto” (um livro). Mtoto, “criança”, governa o prefixo do adjetivo m – , e o sujeito do verbo com o prefixo a – . A seguir vem o tempo do verbo (perfeito) -me – e um marcador de objeto -ki – concordando com kitabu (implícito), livro. O plural desta frase é: Watoto wadogo wamekisoma; se usarmos o plural para livros (vitabu ), a frase torna-se: Watoto wadogo wamevisoma. O idioma banto com o número maior de falantes é o suaíle; analisando a história deste idioma, alguns linguistas acreditam que os idiomas bantos formam um contínuo desde línguas tonais até idiomas sem nenhum tom. Outros idiomas bantos importantes incluem o lingala, o luganda, o quicongo, o kimbundo,o umbundo, o kioko, e o cinianjana África Central e Oriental, e o xichona, o ndebele do norte, o setswana, o sesotho, o zulu, o xhosa, o Ambó, o sepedi, e o suázi na África Meridional.