• Category Archives História de Literatura
  • As Grandes Polêmicas Portuguesas

    IMG_1294
    As Grandes Polêmicas Portuguesas «€120.00»

    As Grandes Polêmicas Portuguesas «Tomo I »- Hernâni Cidade – A Polemica nos Cancioneiros Medievais / Mário Martins – O «Livro da Corte Imperial» / Hernâni Cidade – A Polemica no «Cancioneiro Geral» / José de Pina Martins – Fr. Antonio de Beja Contra a astrologia Judiciária / Joaquim Verissimo Serrão – Antonio de Gouveia e a Defesa de Aristóteles / David Mourão-Ferreira – Sá de Miranda: Inovação e Polemismo / F. Costa Marques – Antonio Ferreira e a Sua Acção em Favor da Língua Portuguesa / Giacinto Manuppella – Uma Sinfonia Critica Imperfeita: O «Hospital das Letras» de D. Francisco Manuel de Melo / António Alberto de Andrade – A Polêmica Verneiana / Antonio Freire, S. J. – A «Gramática Latina» do Padre Manuel Álvares e seus Impugnadores / João Ameal – D. Frei Fortunato de São Boaventura e a Defesa da Tradição Portuguesa / As Grandes Polêmicas Portuguesas «Tomo II » – Tomas de Figueiredo – José Agostinho de Macedo Contra a «Besta» / Manuel Trindade – Herculano Polemista / Jacinto do Prado Coelho – As Polêmicas de Camilo / Manuel Antunes, S. J. – a Questão Coimbrã / Antonio Quadro – As Conferencias do Casino e o seu Significado no Contexto Português / F. A. oliveira Martins – A Polêmica Sobre «a Idade Média na História da Civilização» / Esther de lemos – Polêmica de Eça de Queiroz / joão Maia – ramalho Ortigão Polemista / Luís Forjaz Tringueiros – Fialho de Almeida ou o Prélio solitário / Moreira das Neves – Guerra Junqueira e o Padre Sena de Freitas / Antonio de Magalhães, S.J. – Miguel Bombarda e Fernandes Santana / Barradas de Oliveira – Homem Cristo: O Dragão de Aveiro / João Bigotte Chorão – A Geração de «Orpheu» / Jaime Nogueira Pinto – Polêmica de Antonio Sergio / Antonio José de Brito – o espirito Polêmico de Alfredo Pimenta – Editorial Verbo – Lisboa – 1964/1967. Desc. 429 + 460 pág / 27 cm x 19 cm / E. pele original e Muito Ilustrado.


  • Antologia do Conto Russo

    Antologia do Conto Russo
    Antologia do Conto Russo «€120.00»

    A. S. Púchkin & N. V. Gógol – Antologia do Conto Russo [Vol. 1] / M. I. Liérmontov, I. S. Turguiêniev , A. F. Píssemski & F. M. Dostoiévski – Antologia do Conto Russo [Vol. 2] / D. V. Grigoróvitch, M. I. Saltikóv-Chtchedrín & N. S. Lieskóv – Antologia do Conto Russo [Vol. 3] / l. N. Tolstói – Antologia do Conto Russo [Vol. 4] / D. N. Mámin-Sibiriák, V. G. Koroliênko & V. M. Gárchin – Antologia do Conto Russo [Vol. 5] / A. P. Tchékov – Antologia do Conto Russo [Vol. 6] / Maxim Górki – Antologia do Conto Russo [Vol. 7] / A. I. Kuprin, L. N. Andreiev, F. K. Sologúb & V. V. Vieriessáiev – Antologia do Conto Russo [Vol. 8] / Autores Contemporâneos – Antologia do Conto Russo [Vol. 9] – Editora Luz, Lda – Rio de Janeiro – 1961/1962. Desc. 406 + 403 + 345 + 336 + 388 + 444 + 433 + 448 + 398 pág / 21 cm x 14 cm / Br. Ilust


  • Alma Minha Gentil (Antologia da Poesia de Amor Portuguesa)

    Alma Minha Gentil (Antologia da Poesia de Amor Portuguesa)
    Alma Minha Gentil (Antologia da Poesia de Amor Portuguesa) «€40.00»

    José Régio e Alberto de Serpa (Organizada) – Alma Minha Gentil (Antologia da Poesia de Amor Portuguesa) – El – Rei D. Sancho I, Pai Soares de Aaveiros, Pero Gonçalves de Portocarreiro, João Aires, El – Rei D. Dinis, D. Afonso Sanches, Nuno Fernandes Torneol, João Lobeira, Conde do Vimioso, Rui Gonçalves, João Roiz de Castelo-Branco, Diogo Brandão, Romance Popular, Bernardim Ribeiro, Cristóvão Falcão, Luís de Camões, D. Manuel de Portugal, António Ferreira, Pedro de Andrade Caminha, Diogo Bernardes, Francisco Rodrigues Lobo, António Barbosa Bacelar, Soror Violante do Céu, Anónima, D. Francisco Manuel de Melo, Paulino Cabral de Vasconcelos, Pedro António Correia Garção, Domingues Reis Quinta, Filinto Elísio, Tomás António Gonzaga… Etc. – «  Ilustrções de Augusto Gomes » Portugália Editora – Lisboa – 1957. Desc. 345 pág + 6 Ilustrações / 18 cm x 13 cm / Br.


  • A Vénus de Kazabaïka

    A Vénus de Kazabaïka
    A Vénus de Kazabaïka «€50.00»

    Masoch – A Vénus de Kazabaïka «Tradução de Anna Hatherly e Prefácio de Júlio Moreira – Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite – Lisboa – 1966. Desc. 215 pág + 9 Ilustrações / 18 cm x 16 cm / Br. Ilust

    Obs. Obra publicada clandestinamente contra a Mesa de Censura no Estado Novo.

    Leopold Ritter von Sacher-Masoch (Lviv, 27 de janeiro de 1836 — 9 de março de 1895) foi um escritor e jornalista austríaco, cujo nome esteve na base da criação, pelo psiquiatra alemão Richard von Krafft-Ebing, do termo masoquismo. O termo deriva de seu nome graças ao seu romance A Vênus de Peles (1870) onde um dos personagem atinge o gozoapós ser surrado pelo amante da sua esposa. Durante sua vida, Sacher-Masoch ganhou renome por seus contos galicianos. Era conhecido também como um homem das letras, às vezes comparado com Ivan Turgeniev, que era visto como um potencial sucessor de Goethe. Foi um pensador utópico que com suas visões regionalista, moralista e doutrinária expôs um pouco das ideias socialistas e humanistas em seus escritos. Alguns de seus textos foram traduzidos para português por Koseritz


  • A Filosofia de Alcova

    A Filosofia de Alcova
    A Filosofia de Alcova «€50.00»

    Marquês de Sade – A Filosofia de Alcova «Tradução de Helder Henriques e Prefácio de David Mourão-e Luiz Pacheco» – Edição de Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite – Lisboa – 1966. Desc. 215 pág + 9 Gravuras Ilustradas / 18 cm x 16 cm / Br. Ilust. «Muito Procurado»

    Obs. Obra publicada clandestinamente contra a Mesa de Censura no Estado Novo.

    Donatien Alphonse François de Sade, o Marquês de Sade (Paris, 2 de Junho de 1740 — Saint-Maurice, 2 de Dezembro de 1814) foi um aristocrata francês e escritor libertino. Muitas das suas obras foram escritas enquanto estava na Prisão da Bastilha, encarcerado diversas vezes, inclusive por Napoleão Bonaparte. De seu nome surge o termo médico sadismo, que define a perversão sexual de ter prazer na dor física ou moral do parceiro ou parceiros . Foi perseguido tanto pela monarquia (Antigo Regime) como pelos revolucionários vitoriosos de 1789 e depois por Napoleão.Além de escritor e dramaturgo, foi também filósofo de ideias originais, baseadas no materialismo do século das luzes e dos enciclopedistas. Lido enquanto teoria filosófica, “o romance de Sade oferece um sistema de pensamento que desafia a concepção de mundo proposta pelos dois principais campos filosóficos no contexto da França pré-republicana: o religioso e o racionalista”.Sade era adepto do ateísmo e era caracterizado por fazer apologia ao crime (já que enfrentar a religião na época era um crime) e a afrontas à religião dominante, sendo, por isso, um dos principais autores libertinos – na concepção moderna do termo. Em suas obras,Sade, como livre pensador, usava-se do grotesco para tecer suas críticas morais à sociedade urbana. Evidenciava, ao contrário de várias obras acerca da moralidade – como por exemplo o “Princípios da Moral e Legislação” de Jeremy Bentham- uma moralidade baseada em princípios contrários ao que os “bons costumes” da época aceitavam; moralidade essa que mostrava homens que sentiam prazer na dor dos demais e outras cenas, por vezes bizarras, que não estavam distantes da realidade. Em seu romance 120 Dias de Sodoma, por exemplo, nobres devassos abusam de crianças raptadas encerrados num castelo de luxo, num clima de crescente violência, com coprofagia, mutilações e assassinatos.Duas personagens criadas por Sade foram suas ideias fixas durante décadas: Justine (que se materializou em várias versões do romance, ocupando muitos volumes), a ingênua defensora do bem, que sempre acaba sendo envolvida em crimes e depravações, terminando seus dias fulminada por um raio que a rompe da boca ao ânus quando ia à missa, e Juliette, sua irmã, que encarna o triunfo do mal, fazendo uma sucessão de coisas abjetas, como matar uma de suas melhores amigas lançando-a na cratera de um vulcão ou obrigar o próprio papa a fazer um discurso em defesa do crime para poder tê-la em sua cama. As orgias com o papa Pio VI em plena Igreja de São Pedro, no Vaticano, fazem parte da trama sacrílega e ultrajante do romance Juliette, com a fala do pontífice transformada em agressivo panfleto político: A Dissertação do Papa sobre o Crime. Sade tinha o costume de inserir panfletos político-filosóficos em suas obras. O panfleto Franceses, mais um Esforço se Quiserdes Ser Republicanos, que prega a total ruptura com o cristianismo, foi por ele encampado ao romance A Filosofia na Alcova(Preceptores Morais), no qual um casal de irmãos e um amigo libertino “educam” a jovem Eugénie para uma vida de libertinagem, mostrando-lhe aversão aos dogmas religiosos e costumes da época.  Tanto o surrealismo como a psicanálise encamparam a visão da crueldade egoísta que a obra de Sade expõe despudoradamente. Um exemplo de influência do Marquês de Sade na arte do século 20 é o cineasta espanhol Luis Buñuel, que em vários filmes faz referências explícitas a Sade: em A Idade do Ouro, por exemplo, retrata a saída de Cristo e dos libertinos do castelo das orgias de Os 120 dias de Sodoma. O sadismo também está explícito nas imagens mais surrealistas produzidas por Buñuel, como a navalha cegando o olho da mulher em O Cão Andaluz. Também há fortes referências sadianas em A Bela da Tarde e em Via Láctea, no qual aparece uma Cena em que Sade converte uma indefesa menina ao ateísmo. A influência de Sade pode ser notada também em autores como o dramaturgo francês Jean Genet, homossexual, ladrão e presidiário, que retoma muitos dos temas do marquês, também desenvolvidos em ambientes carcerários franceses.A questão da suposta homossexualidade de Sade (“Terá sido Sade um pederasta?”) foi formulada pela escritora francesa Simone de Beauvoir no clássico ensaio ‘É preciso queimar Sade? – Privilégios’. A autora conclui pela heterossexualidade de Sade, que sempre amou mulheres tolerantes a suas aventuras, embora tivesse um comportamento sexual atípico, defendendo o coito anal e chegando a pagar criados para sodomizá-lo publicamente em suas orgias, das quais a primeira mulher, Renné de Sade, teria participado. Atualmente, estudiosos da cultura e da literatura, como o sociólogo Ottaviano de Fiore, professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), compartilham a opinião de Simone de Beauvoir, creditando o comportamento e a imaginação literária do autor de ‘120 Dias de Sodoma’ a neuroses relacionadas a parafilias, como o gosto pelo lixo e pela sujeira, que na ficção sadeana desembocam na apologia do crime e na erotização da fealdade e das mais atrozes torpezas. “A crítica que faço à pergunta de Simone de Beauvoir é que, posta em sua época, ela remete à visão de seres humanos descontínuos,isto é, não vê, como actualmente se vê, um continum humano, mas vê um mundo repartido em que gays e outras minorias seriam descontínuos em relação a um padrão de ser humano dito normal, isto é, o gay seria o outro, que não partilharia da mesma condição humana, ponto de vista hoje considerado preconceituoso e racista, pois o padrão de ser humano mudou”, afirmou Ottaviano de Fiore. Na velhice, já separado de Renné, sua primeira mulher, mas, como sempre, preso por causa de suas ideias e de seu comportamento libertino, foi amparado pela actriz Marie-Quesnet, que mudou-se com ele para o Hospício de Charenton. Nessa época, sob o olhar tolerante de Marie-Quesnet, enamorou-se da filha de uma carcereira que tinha 14 anos quando o conheceu. Todos esses fatos estão rigorosamente documentados por Gilbert Lely, o mais importante biógrafo de Sade, compilador de suas cartas e autor do clássico ‘Vida do Marquês de Sade’. Sade morreu aos 74 anos, amado por duas mulheres, com quem planejava produzir peças teatrais pornográficas quando um dia saísse do hospício


  • Antologia do Humor Português

    Antologia do Humor Português
    Antologia do Humor Português «€135.00»

    Fernando Ribeiro de Mello – Antologia do Humor Português – Selecção e Notas: Vergilio Martinho e Ernesto Sampaio / Prefácio. Ernesto Sampaio / Capa e Paginação: Sena da Silva / Desenhos: Carlos Ferreiro, Eduardo Batarda, João Machado & José Rodrigues – Cantigas D’Escarnho e de Mal Dizer (Século XVIII) Airas Nunes, Clérigo, Aires Pérez Vuitoron, Fernan Soárez de Quinhones, Joan Aires de Santiago & Pero da Ponte, Gil Vicente, Fernão Mendes Pinto, Gonçalo Fernandes Trancoso, Luís de Camões, Diogo do Couto, D. Tomás de Noronha, D, Francisco Manuel de Melo, António Serrão de Castro, Autor Anónimo da Arte de Furtar, Padre Manuel Bernardes, Cavaleiro de Oliveira, António José da Silva, Paulino António Image00002Cabral, Manuel Maria Barbosa do Bocage, António Lobo de Carvalho, Nicolau Tolentino de Almeida, José Augusto Macedo, Almeida Garrett, Camilo Castelo Branco, João de Deus, Ramalho Ortigão, Oliveira Martins, Eça de Queiroz, Gomes Leal, Guerra Junqueira, Gervásio Lobato, Cesário Verde, Fialho de Almeida, Manuel Teixeira Gomes, Trindade Coelho, António Feijó, Raul Brandão, Aquilino Ribeiro, Fernando Pessoa, Mário Sá Carneiro, Almada Negreiros, Vitorino Nemésio, José Rodrigues Miguéis, Branquinho da Fonseca, António Gedeão, José de Lemos, Manuel da Fonseca, Manuel de Lima, Ruben. A, Natália Correia, Mário Henriques Leiria, Mário Cesariny de Vasconcelos, António Domingues, Fernando Luso Soares, Alexandre O’Neill, Ernesto Leal, Luiz Pacheco, Pedro Oom, António Maria Lisboa, Júlio Moreira, Manuel de Castro, Alberto Portela (Filho), José carlos Ary dos Santos, O cadáver Esquisito – Edições Afrodite – Lisboa – 1969. Desc. [XXV] + 1004 pág / 21 cm x 15 cm / E. Pele «Muito Procurado»

    —————————————————————————————————

    Fernando Ribeiro Bento de Melo (Porto, 11 de Novembro de 1941 – Coimbra, 27 de Fevereiro de 1992), foi um editor e declamador de poesia português. Oriundo de uma Image00019família tradicional do Porto. De pequena estatura, franzino, claudicante, sempre impecavelmente vestido, o olhar intenso, bigodes revirados à Dalíe uma pera, Ribeiro de Mello destacava-se também por uma personalidade um pouco excêntrica, irreverente e donjuanesca. Em Outubro de 1964 deu brado em Lisboa, com um conturbado recital de poesia na Sociedade Nacional de Belas-Artes, em que o valor dos poemas declamados era pontuado de acordo com a duração cronometrada dos aplausos do público. Amigo de Natália Correia, Mário Cesariny, Luiz Pacheco e outros intelectuais portugueses, foi o enérgico fundador das pequenas e excelentes Edições Afrodite,em 1965, que durante os anos finais do salazarismo causaram escândalo e sensação, com a publicação de obras polémicas e proibidas, que conduziriam a diversos processos judiciais por ultraje aos bons costumes. Citem-se o Kâma-Sûtra – Manual do Erotismo Hindu (1965), a Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica (1966), de Natália Correia ou A Filosofia na Alcova (1966) do Marquês de Sade . Em 1980, teve uma breve exposição televisiva ao ter participado como membro do júri do concurso A Prata da Casa na RTP, juntamente com Alexandre O’Neill, Tomás Branquinho da Fonseca, Beatriz Costa e Maria Elisa. Eram notórias as suas intervenções enquanto jurado, Image00006marcadas pela acutilância das suas opiniões, alguma teatralidade de expressão, frequentemente pontuadas por manifestações de sarcasmo e de indignação, entrando algumas vezes em conflito com o apresentador José Fialho Gouveia. As extintas Edições Afrodite desempenharam, nessas décadas, um papel ímpar na divulgação em língua portuguesa de diversos autores fundamentais da contra-cultura (André Breton, Alfred Jarry, etc.). Ribeiro de Mello teve a inestimável colaboração de grandes tradutores e antologiadores como Ernesto Sampaio, Aníbal Fernandes, Luiza Neto Jorge, Manuel João Gomes, e ilustradores como Eduardo Batarda, Martim Avillez ou Henrique Manuel. As opções editoriais de Fernando Ribeiro de Mello (antecedidas já pela editora Contraponto de Luiz Pacheco) influenciariam outras editoras (do mesmo tipo ou não), nas décadas de 1970 a 1990, como a Editorial Estampa, a Editora Arcádia, a & etc (dirigida por Vitor Silva Tavares), a Assírio & Alvim (de Manuel Hermínio Monteiro), a Hiena Editora (de Rui Martiniano), a Fenda (de Vasco Santos), a Antígona (de Luís de Oliveira) e outras. Morreu em 1992, aos 50 anos, na sequência de uma cirurgia mal sucedida a um aneurisma.


  • Virginidos ou Vida da Virgem Senhora Nossa Poema Heroica Dedicado a Magestade da Rainha Dona Luiza

    Virginidos ou Vida da Virgem Senhora Nossa Poema Heroica Dedicado a Magestade da Rainha Dona Luiza
    Virginidos ou Vida da Virgem Senhora Nossa Poema Heroica Dedicado a Magestade da Rainha Dona Luiza «€950.00»

    Manuel Mendes de Barbuda & Vafconcelos – Virginidos ou Vida da Virgem Senhora Nossa Poema Heroica Dedicado a Magestade da Rainha Dona Luiza – Na Officina de Diogo Soares de Bulhoens – Lisboa – 1667. Desc. [16] + [8] + [70] + [470] + [20] pág + [1] Estampa / 20 cm x 15 cm / E. Pele da Época [Mutio raro]

     

    Manuel Mendes de Barbuda e Vasconcelos (Aveiro, 15 de Agosto de 1607 – 30 de Março de 1670) foi um poeta português, autor do poema histórico Virginidos (1667). Filho de Manuel Mendes de Barbuda e Vasconcelos e de D. Jerónima Morais de Loureiro, nasceu em Verde-milho, lugar próximo de Aveiro, em 15 (ou 20) de Agosto de 1607. Formou-se em Direito na Univerdade de Coimbra. Deixou três volumes manuscritos completos: Rymas sacras; Rymas humanas; Poemas fúnebres. Os exemplares do seu poema Virginidos (1667) são raros. O autor é descrito como tendo “rica, e ardente imaginação, invenção fértil, muita facilidade de compor, linguagem elegante, e correcta, muito saber, e versificação fácil, corrente, e harmoniosa”. Dá-se como exemplo a sua seguinte metáfora: chamou aos cavalos brancos — “cisnes quadrúpedes”. Morreu a 30 de Março de 1670, aos 67 anos de idade, e foi sepultado na Igreja Paroquial de Nossa Senhora das Aradas.


  • Cartas e Bilhetes-Postais a Justino de Montalvão (António Nobre)

    Cartas e Bilhetes-Postais a Justino de Montalvão
    Cartas e Bilhetes-Postais a Justino de Montalvão «€50.00»

    António Nobre – Cartas e Bilhetes-Postais a Justino de Montalvão« Organização, Prefácio e Notas de Alberto de Serpa» – Livraria Figueirinhas – Porto – 1956. Desc. 195 pág + 1 Gravura / 21 cm x 14 cm / E. Meia Francesa de Pele


  • Textos Literários

     

  • Ensaios

    Ensaios
    Ensaios «€120.00»

    António Sérgio – Ensaios – [Colecção Completa em 8 Vols.] – Editores Annuarios do Brazil – Seara Nova – Editorial Inquérito Lta – Guimarães Editores – Publicações Europa-América – 1920/1958. Desc. 444 + 285 +289 + 301 + 292 + 342 + 315 + 267 pág / 19 cm x 12,5 cm / E. Tele (Completa)


  • Camilo… Desde «A Infanta Capelista» ao «Carrasco de Victor Hugo, José Alves» na Obsessão pela Coroa de Visconde

    Camilo... Desde «A Infanta Capelista» ao «Carrasco de Victor Hugo, José Alves» na Obsessão pela Coroa de Visconde
    Camilo… Desde «A Infanta Capelista» ao «Carrasco de Victor Hugo, José Alves» na Obsessão pela Coroa de Visconde «€12.50»

    Alberto Moreira – Camilo… Desde «A Infanta Capelista» ao «Carrasco de Victor Hugo, José Alves» na Obsessão pela Coroa de Visconde – Tipografia do Carvalhido – Porto – 1963. Desc. 109 pág / 21 cm x 15 cm / Br.


  • O Balão aos Habitantes da Lua-2

    O Balão aos Habitantes da Lua
    O Balão aos Habitantes da Lua«€150.00»

    José Daniel Rodrigues da Costa – O Balão aos Habitantes da Lua, Poema Heroi-Comico em Hum só Canto – Lisboa – Na Impressão Regia -Anno 1891. Desc. 47 pág / 15 cm x 10 cm / E. «1.ª Edição»

     

     

    José Daniel Rodrigues da Costa (Colmeias, 31 de José Daniel Rodrigues da Costa (Colmeias, 31 de Outubro de 1757 — Anjos, 7 de Outubro de 1832) foi um poeta Português. Instalou-se com a família em Lisboa aos dois anos de idade. Sob o pseudónimo de Josino Leiriense, que usava nas tertúlias da Arcádia Lusitana, Rodrigues da Costa teve uma vida de notoriedade social e intelectual, testemunhadas em várias obras literárias que publicou, quase sempre sob a forma de folhetos. Uma das mais célebres será O Balão aos Habitantes da Lua (1819). Gozando da protecção do Intendente-Geral Pina Manique, empenhado em manter a ordem social e reprimindo os ideais iluministas da Revolução Francesa, José Daniel foi promovido a major da Legião Nacional do Paço da Rainha. Foi popular a sua rivalidade com Barbosa du Bocage, em várias publicações. Na série televisiva Bocage, realizada por Fernando Vendrell (2006) é o actor Francisco Nascimento que interpreta a personagem de José Daniel Rodrigues da Costa.


  • Dicionário Enciclopédico da História de Portugal

    Dicionário Enciclopédico da História de Portugal
    Dicionário Enciclopédico da História de Portugal «€60.00»

    José  Costa  Pereira  (Coordenação) Álvaro Salema, Carlos Araújo, Helena Morbey, Maria  Helena  Porto Costa e Orlando Rocha Pinto (Equipa Redactorial) Fernando Barata (Assessor Iconográfico) – Dicionário Enciclopédico  da  História de Portugal  – Publicações Alfa – Lisboa – 1991. Desc. 498 + 497 pág / 30 cm x 23 cm / E. Ilust.


  • História da História de Portugal Sécs. XIX-XX

    História da História de Portugal Sécs. XIX-XX
    História da História de Portugal Sécs. XIX-XX «€50.00»

    Luís Reis Torgal, José Amado Mendes & Fernando Catroga – História da História de Portugal Sécs. XIX-XX – Circulo de Leitores – Lisboa – 1996. Desc. 719 pág / 27 cm x 20 cm / E. Ilust.


  • História Comparada – Portugal – Europa e o Mundo

    História Comparada - Portugal * Europa e o Mundo
    História Comparada – Portugal * Europa e o Mundo «60.00»

    António Simões Rodrigues (Direcção) – História Comparada – Portugal – Europa e o Mundo [Vol. 1] (Uma Visão Cronológica) – Dr. Rui Grilo Capelo – [O Mundo Antes da Formação de Portugal] / Dr. Luís Filipe Torgal  e Dr. Francisco Manuel Vitorino – [O Mundo Medieval] / Dr. António Augusto Simões Rodrigues – [Expansão e Colonização Europeia] [O Renascimento, o Humanismo e a Reforma] / Dr. Augusto Rodrigues Monteiro – [O Antigo Regime] / Drª. Regina Anacleto – [Todas as Referencias a História de Arte] / História Comparada – Portugal – Europa e o Mundo [Vol. 2] (Uma Visão Cronológica) – Dr. Luís Filipe Torgal – [A Idade das Revoluções] / Dr. Francisco Manuel Vitorino – [O Tempo dos Impérios] / Dr. João Paulo Avelãs Nunes – [O Mundo Entre as Guerras] [II Guerra Mundial] [O Pós-Guerra (1946-1960) / Dr. Rui Grilo Capelo – [O Pós-Guerra (1961-1973) / Dr. António Augusto Simões Rodrigues – [O Pós-Guerra (1974-1995)] / Dr.ª Regina Anacleto – [Todas as Referências a História de Arte] – Circulo de Leitores – Lisboa – 1996. Desc. 654 + 456 pág / 27 cm x 20 cm /E. Ilust.


  • Dicionário de História Religiosa de Portugal

    Dicionário de História Religiosa de Portugal
    Dicionário de História Religiosa de Portugal «€150.00»

    Carlos Moreira Azevedo (Direcção) Ana Maria Jorge, Ana Maria Rodrigues, António Camões Gouveia, António Matos Ferreira, David Sampaio Barbosa, José da Silva Lima, Luís Filipe Thomaz, Paulo F. Oliveira Fontes e Samuel Rodrigues  – Dicionário de História Religiosa de Portugal – Circulo de Leitores – Lisboa – 2001. Desc. 496 + 479 + 473 + 632 pág / 27,5 cm x 20 cm / E. Ilust. [Colecção Completa em 4 Volumes]