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  • Revista – Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (ICALP)

    (1) – Revista / Março de 1985 – n.º1 – O Traçar do Rumo – Fernando Cristovão / Homenagem ao Instituto de Alta Cultura – lídio do Amaral /  A Praça do Príncipe Real e os Vários Prédios que o Circundam – Eduardo Martins Bairrada / Para Uma Perspectiva da Cultura Portuguesa – Fernando de Mello Moser / Uma Personalidade, Um Tempo, Uma Obra – Fernando Namora Fala a Maria Alzira Seixo / Inter-Bruxo: Um Analisador Ortográfico Interativo para o Português – Pedro Guerreiro / Homem de saber e de Fé: Padre Manuel Antunes: – A. L. de Sousa Franco / O Tratamento Lexicográfico de Texto africano em Língua Portuguesa. O «Africanismo» – Carlos Alberto Antunes Maciel / a Universidade de Coimbra Acolheu Tancredo Neves / Academia das Ciências de Lisboa / In Memoriam… /  Evocações Pessoanas / Prémios e Condecorações – Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (ICALP) – Lisboa – 1985. Desc. 118 pág / 23 cm x 16,5 cm / Br. Ilust «€15.00»

    (2) – Revista / Agosto – Dezembro de 1985 – n.º2 & 3 – Linguagem e Ciência – Harald Weinrich / Gramática Pastrane Um Apontamento Bibliognóstico – Justino Mendes de Almeida / Uma Personalidade, Um Tempo, uma Obra – Luis Archer Fala a Maria de Lurdes Belchior / Questões Sobre a Cultura Portuguesa – Respostas e Prof. Dr. José Sebastião da Silva Dias / Língua e Cultura Portuguesa no Mundo – Fernando Cristóvão / Das Geometrias Labirínticas – Lima de Freitas / Linguagem e Celebração Religiosa – Albino Mamede Cleto / Letra da Lei em Tradução – José Pestana / Sociedade da Língua Portuguesa / Homenagens / Língua e Literatura na  Universidade dos Açores  – Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (ICALP) – Lisboa – 1985. Desc. 176 pág / 23 cm x 16,5 cm / Br. Ilust «€15.00»

    (3) – Revista / Julho de 1986 – n.º 5 – Unidade da Língua Portuguesa / Maria Helena Mira Mateus  – Bases Analíticas da Ortografia Simplificada da Língua Portuguesa de 1945, renegociadas em 1975 e consolidadas em 1986  / Unificação ortográfica da Língua Portuguesa – João Malaca Casteleiro / A hora e a vez da Língua Portuguesa – Fernando Cristóvão / Um juízo sobre o novo Acordo Ortográfico – Ivo de Castro /  As origens do novo acordo – Luís F. Lindley Cintra  / O Acordo Ortográfico na praça pública  A Língua dos «Infantes» –  Eduardo Prado Coelho  /  Humortográfico /  Ortografia e Ortografia Portuguesa – José Gonçalo Herculano de Carvalho / Notícia sobre a elaboração da Terminologia Científica e Técnica da Língua Portuguesa / Maria Elisa Macedo Oliveira  – Uma Personalidade, Um Tempo Uma Obra – José de Matos / Cruz fala de Cinema Português  / Fernando Pessoa e os meandros da Solidão – António Mateus Vilhena / O Universo Telúrico de Aquilino Ribeiro (II) –  Antonio Valdemar / UMA INSTITUiÇÃO, UMA HISTÓRIA Os Jardins-Escolas João de Deus – Um Centro Cultural, Um · Método, Uma Cartilha /  Do ensino do Latim na actualidade – Maria Helena da Rocha Pereira / Foi a Espanha quem descobriu o Brasil? – Um depoimento a Espanha quem descobriu o Brasil? – Um depoimento descoberta do Brasil – Luís de Albuquerque / Prémios literários em Portugal – Dulce Matos  / O aniversário do Tratado de Windsor / Baquero Moreno – Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (ICALP) – Lisboa – 1986. Desc. 168 pág / 23 cm x 16,5 cm / Br. Ilust «€15.00»


  • Falsificações da História

    Falsificações da História
    Falsificações da História «€12.50»

    Marc Ferro – Falsificações da História – Publicações Europa-América – Lisboa – 1981. Desc. 279 pág / 20 cm x 14 cm / Br.

     

    Marc Ferro (nascido em 1924) é um historiador francês. Formado em História, Marc Ferro foi um nome de destaque entre os historiadores. No inicio de sua carreira teve dificuldade de ingressar na carreira acadêmica, mas com ajuda de Fernand Braudel, um dos mais importantes historiadores da França, conseguiu mostrar sua importância ao mundo. É um dos principais nomes da 3 geração da “Escola dos Annales”. Ferro é conhecido por ter sido o pioneiro, no universo historiográfico, a teorizar e aplicar o estudo da chamada relação cinema-história. Como acadêmico, foi co-diretor da revista Les Annales (Économies, Sociétés, Civilisations), ensinou na l’École polytechnique, foi diretor de estudos na IMSECO (Institut du Monde Soviétique et de l’Europe Central e Oriental), membro do Comitê de redação do Cahiers du monde russe et soviétique e professor visitante nos EUA, Canadá, Rússia e Brasil. Sua estadia na Argélia, em pleno fervor revolucionário, também não pode ser esquecida. De volta a França, ajudou a organizar comitês de solidariedade aos argelinos. Em 1996, esteve no Brasil (Salvador-Bahia), participando de um simpósio internacional: A Guerra de Espanha e a relação cinema-história, organizado pela Oficina Cinema-História (UFBA).


  • Essência

    Essência
    Essência «€50.00»

    Saúl Dias – Essência (Poesia) – (Com Desenhos de Júlio) – Prefácio de Guilherme de Castilho – Brasília Editora – Porto – 1973. Desc. 125 pág / 22 cm x 16 cm / Br. Ilust. «1.ª Edição»

     

     

    Júlio Maria dos Reis Pereira, ou Júlio como artista plástico e Saúl Dias como poeta, (Vila do Conde, 1902 — 1983), foi um pintor, ilustrador e poeta português. Pertence à segunda geração de pintores modernistas portugueses e foi autor de uma obra multifacetada que se divide entre as artes plásticas e a escrita, tendo sido um dos mais importantes colaboradores da revista Presença. Júlio Maria dos Reis Pereira nasceu no no ano de 1902 em Vila do Conde. Júlio mostra uma precoce apetência pela cultura; ainda adolescente publica poemas num semanário da sua terra. Em 1919 matricula-se no curso de Engenharia da Faculdade de Ciências do Porto, que conclui em 1928; em simultâneo matricula-se na Escola de Belas-Artes, que frequenta durante apenas 2 anos. Ao longo da década de 1920 trabalha no grafismo e ilustração de obras do seu irmão, José Régio, bem como da Presença, de que é dos principais colaboradores. Terá ainda colaboração noutras revistas, tais como Sudoeste (1935) e Altura (1945). Em 1930 participa no I Salão dos Independentes, SNBA, Lisboa. Dois anos mais tarde publica, sob o pseudónimo de Saúl Dias, um livro de poesia intitulado “… mais e mais…”. Em 1935 realiza a sua primeira exposição individual (SNBA, Lisboa). A partir dessa data irá expor individualmente por diversas vezes, nomeadamente: Galeria UP, Lisboa,1938; Galeria Buchholz, Lisboa, 1944; Salão da Livraria Portugália, Porto, 1945; Galeria Pórtico, Lisboa, 1955; Galeria do Diário de Notícias, Lisboa, 1959 e 1964; etc. Em 1936 começa a trabalhar na Direção dos Edifícios e Monumentos Nacionais de Coimbra; no ano seguinte radica-se em Évora, cidade onde vive e trabalha durante mais de três décadas e meia até 1972, ano em que regressa a Vila do Conde. Em 1942, aproveitando as facilidades de deslocação proporcionadas pelo seu trabalho, começa a coleccionar Bonecos de Estremoz, constituindo ao longo dos anos uma vasta colecção de 375 peças, exposta no Museu Municipal de Estremoz desde 1975. Em 1953 participa na 2ª Bienal de São Paulo, Brasil. Em 1958 vence o primeiro prémio de desenho no IV Salão de Outono do Estoril. Em 1962 é publicada a Obra poética de Saúl Dias. Realiza exposições rretrospectivasno Museu de Évora (1964), na Cooperativa Árvore, Porto (1967), na Câmara Municipal de Vila do Conde (1979), e na Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (1980). Júlio Maria dos Reis Pereira morre na sua terra natal em 1983, com 81 anos. Em 2002 o Museu Municipal de Estremoz promove uma homenagem em sua honra, lembrando o seu papel na recuperação dos Bonecos de Estremoz; e em 2008 esse museu associa-se ao de Vila do Conde para celebrar o 25.º aniversário da data da sua morte. A sua obra plástica articula-se de perto com a revista Presença: “Júlio foi, realmente, a Presença – o seu lirismo, a sua imediatidade expressiva, o seu horror aos academismos ou às habilidades estilísticas, uma certa ingenuidade cultural, voluntária ou involuntariamente cultivada…”. Alheios à «febre da vida moderna» que havia regido os criadores do «Orfeu», “os presencistas distanciar-se-iam analogamente dos delírios oníricos da relação surrealista ou da intencionalidade político-subversiva dos neorrealistas”. Autor de um percurso muito pessoal, sem escola, Júlio “pôde descobrir sozinho o repto da sua poética”, tomando como referência Chagall e os expressionistas alemães, sobretudo Georg Grosz, “apropriando deles a sobreposição acumulada, […] a simplificação das formas, duras e angulosas, e a estridência das soluções cromáticas”. A sua pintura poderá relacionar-se com complexidade espacial de Chagall, Grosz ou Beckmann (veja-se, por exemplo, o dinamismo de Músicos e mulheres no espaço, 1925), mas a intensidade narrativa de todos eles sofre uma deslocação radical; o expressionismo de Júlio troca a exasperação dramática pela contemplação lírica, “o brutalismo erótico pela delicadeza sensual, o ardente subjectivismo pelo memorial intimista, o culto do primitivismo pelo apelo à simplicidade de infância” Júlio centra-se tematicamente num mundo de opostos, “confrontando os puros – a prostituta, o músico-poeta, os pobres –, aos burgueses pançudos e viciosos que os maculam e fazem sofrer, sem, no entanto, atingirem a sua pureza matricial”(veja-se por exemplo Burguês e prostituta, 1931). “As cenas de prostíbulo, com burgueses repelentes, macabros”, são complementadas por obras em que representa “cenas de um lirismo imaginado, docemente sonhadas, com poetas e meninas”. As suas figuras imaginadas, sem relação directa com referentes reais , associam-se à simplificação expressiva e à busca da essencial idade da linguagem, desdramatizando a crítica social e ampliando a dimensão poética do seu universo pictórico. Com as suas figuras contornadas a negro e utilizando uma matéria pictórica lisa, quase sem espessura, Júlio “acentua a irrealidade feérica das narrativas que, muitas vezes, adquirem um pendor narrativo brincado, reforçando a sua exterioridade em relação aos motivos, desenvolvidos plasticamente por uma espécie de lógica construtiva […] que esfria a pulsão expressionista em formalismo” (segundo Raquel Henriques da Silva, talvez resida nesta enfatização da dimensão formal a maior modernidade de Júlio, bem como a explicação para as suas breves experiências abstractas de 1932). No decurso da década de 1930 irá experimentar diferentes tendências, com uma série de desenhos surrealistas e pinturas abstractas que constituem um momento particular no interior da sua obra, evoluindo depois para o seu modo final, dominado pelo lirismo. “O desenho de Júlio é marcado pelo expressionismo até 1935; depois dessa data o artista opta por um lirismo bucólico, quase pastoral. […] A linha é suave, a cor, quando existe, depurada, clara. É um universo contaminado pela ingenuidade, numa tentativa nostálgica de reencontro do homem com a natureza”.


  • Mediadoras

    Mediadoras
    Mediadoras «€35.00»

    António Ramos Rosa – Mediadoras – Ulmeiro – Lisboa – 1985. Desc. 68 pág / 22 cm x 14,5 cm / Br. «1.ª Edição» Com Autografo de Autor

     

    …..António Ramos Rosa (1924-2013) – António Victor Ramos Rosa nasceu em Faro a 17 de Outubro de 1924. Frequentou em Faro os estudos secundários, que não concluiu por motivos de saúde. Trabalhou como empregado de escritório, desenvolvendo simultaneamente o gosto pela leitura dos principais escritores portugueses e estrangeiros, com especial preferência pelos poetas. Em 1945 vai para Lisboa e dois anos depois volta a Faro, tendo integrado as fileiras do M.U.D. Juvenil, onde militou activamente. Regressado a Lisboa, foi professor de Português, Francês e Inglês, ao mesmo tempo que estava empregado numa firma comercial, e começou a fazer traduções para a Europa-América, trabalho que nunca mais abandonaria e no qual veio a atingir notável qualidade.poetaImage00001s experimentalistas. Após um decisivo encontro com a poesia de Éluard, A.R.R. abandona definitivamente a retórica e a imagística neo-realista e surrealista, para se concentrar numa palavra solar, pura e rigorosa, podemos dizer mesmo elementar, à medida que a exigência de um retorno à origem se tornará numa das suas obsessões. Exigência que lhe pedirá até para substituir à sua própria voz uma verdadeira voz inicial (título de uma recolha de 1960), memória da criação mais remota, que se ergue de um território onde se indistinguem sujeito e objecto. Como nota Eduardo Lourenço, a poesia de A.R.R. nunca mais abandonará esse porto «anterior a todos os portos». Esta poética do puro início expande-se a todo o espaço e a toda a matéria, através dum erotismo mediado pelo corpo próprio, pelo corpo da mulher, pelo corpo da terra, pelo corpo da palavra. Da apropriação destes espaços através da palavra poética, nunca dada a priori mas conquistada através de um desejo, de um esforço, de uma viagem, nasce uma felicidade exultante e viva que frequentemente nos é transmitida por metáforas de claridade. O contraponto desta plenitude meridional é a dificuldade com que o poeta se debate ao tomar consciência da sombra que nasce da raíz de toda a realidade e da realidade de toda a palavra. A luta entre a luz e as trevas, que é central em Sobre o Rosto da Terra, vai invadindo gradualmente de negatividade a poesia subsequente, até lhe ameaçar toda a arquitectura em A Pedra Nua (1972), onde a plenitude solar dos primeiros livros é substituída pela inquietante suspeição sobre o poder dessa mesma palavra, num território cada vez mais calcinado, até ao limite dum dizer que perde o fio e se transforma num quase ininteligível balbuciar (Declives, 1980). A partir de Volante Verde (1986) assistimos no entanto a uma espécie de «reconciliação com as palavras» através duma certa forma de integração da ausência, já não combatida mas incluída como forma estruturante da própria poesia. O poeta encontra então um novo fôlego, através da «enigmática profusão da terra», numa exaltação da natureza que adquire uma feição animista. O universo poético de A.R.R., jogando com um número relativamente restrito de vocábulos e de temas, dá predominância às palavras substantivas e elementares tais como: pedra, água, árvore, cal, mão, muro, e mesmo às formas mais ínfimas e humildes: unha, insecto, pó, cabelo, sopro, espuma, baba do caracol. Estes elementos são retomados e combinados caleidoscopicamente, em ciclos que continuamente se reiniciam. A exploração ontológica e poética vai-se processando em movimentos cada vez mais lentos e subtis, num itinerário em que a densidade do espaço e a substância dos objectos se vai tornando progressivamente mais permeável e transparente. A desmaterialização das coisas e da língua que as diz liga-se intimamente ao modo como o poeta apreende o ser do universo – misto de presença e de ausência, de verdade e não-verdade, de sim e de não (O Não e o Sim é aliás título de uma recolha de 1990). Criando um campo semântico sobre a finíssima linha de demarcação entre a afirmação e a negação, o poeta foge da dicotomia, da disjunção, da determinação, num espaço cada vez mais aberto e ilimitado, que se adequa cada vez melhor à manifestação «do que não tem nome». O poeta, que procura entrar em consonância com esse horizonte do real, torna-se também ele corpo místico e mítico do universo, onde se conciliam por fim todos os contrários. Poesia de coordenadas eminentemente espaciais, ela tem evoluído ultimamente no sentido de uma mais acentuada articulação discursiva, a par de uma aguda consciência da passagem do Tempo, com as questões que essa consciencialização coloca: «será ainda possível construir sobre a cinza do tempo / a casa da maturidade com as suas constelações brancas?» A. R. R. recebeu vários prémios de poesia, o primeiro dos quais pela obra Viagem Através de Uma Nebulosa, partilhado ex-aequo com Henrique Segurado. Em 1980, o Prémio do Centro Português da Associação de Críticos Literários, pelo livro O Incêndio dos Aspectos; em 1988, o Prémio Pessoa; em 1989, o Prémio APE/CTT, pela recolha Acordes, e, em 1990, o Grande Prémio Internacional de Poesia, no âmbito dos Encontros Internacionais de Poesia de Liège…. O continuado interesse pela actividade literária levou-o a relacionar-se com um grupo de escritores que o incentivaram na publicação dos seus poemas e artigos de crítica, tendo colaborado em numerosos jornais e revistas. Com alguns desses escritores, fundou em 1951 a revista Árvore, que veio a ser uma das mais marcantes da década, procurando divulgar os textos dos poetas e prosadores portugueses mais significativos no tempo, bem como os grandes nomes da literatura estrangeira. Co-dirigiu também as revistas Cassiopeia e Cadernos do Meio-Dia. A crescente importância que a actividade literária foi tomando na sua vida levou-o a certa altura a abandonar o emprego no escritório em que trabalhava, para a ela se dedicar exclusivamente, com todas as consequências que tal decisão acarretava. A atitude crítica que permanentemente exercitou sobre a sua própria palavra como sobre a palavra alheia faz de A.R.R. um dos mais esclarecidos críticos portugueses contemporâneos, o que se manifesta em inúmeros artigos e recensões sobre poetas portugueses e estrangeiros, bem como na publicação de vários ensaios centrados na temática da poesia. A.R.R. tem, no entanto, o cuidado de separar de uma forma muito nítida a sua actividade de crítico, em que não pode deixar de utilizar critérios e referências racionais, da sua actividade criadora: enquanto poeta faz da ignorância e da radical suspensão de todos os saberes e hábitos adquiridos o único método para a eclosão da sua palavra poética. Na verdade, a procura da palavra justa para dizer as «coisas nuas» e a reflexão sobre a realidade e a possibilidade dessa palavra é, talvez, o único tema desta poesia, na qual é, no entanto, possível assinalar diferentes fases: recortando-se duma problemática neo-realista de solidariedade para com o destino dos homens e do mundo, O Grito Claro (1958) e Viagem Através de Uma Nebulosa (1960) utilizam uma linguagem e uma vivência ainda devedoras dessa estética, combinadas com uma imagética herdada do surrealismo. Mas encontramos já de uma forma incipiente nessas primeiras recolhas algumas das constantes da obra do poeta: um enraizamento pelo corpo na Terra, não numa Terra utópica e futura, mas na materialidade mais originariamente primitiva da natureza; uma libertação, pela palavra mais solitária, de todas as prisões e constrangimentos que a poderiam cercear; uma permanente atenção à materialidade da própria linguagem poética, que a desliga tanto da sua função representativa como da sua função expressiva (pois não se trata já de exprimir um real subjectivo, tão caro aos poetas líricos). Esta particular concepção da Poesia irá ser retomada mais tarde quer pelo grupo «Poesia 61», quer pelos

     


  • O Montepio Geral no Primeiro Século da Sua Existência

    O Montepio Geral no Primeiro Século da Sua Existência
    O Montepio Geral no Primeiro Século da Sua Existência «€50.00»

    João Ferreira Craveiro Lopes de Oliveira – O Montepio Geral no Primeiro Século da Sua Existência – Grandes Oficinas Gráficas «Mineira» – Famalicão – 1940. Desc. 418 pág / 23 cm x 15,5 cm / Br.

     

     

    O Montepio Geral – Associação Mutualista é uma instituição bancária portuguesa. Representa e lidera a Caixa Económica Montepio Geral e um universo de diversas empresas participadas, procurando com a sua gestão garantir um papel activo no âmbito da economia social. O Grupo Montepio integra hoje, para além da dimensão associativa, uma instituição financeira entre os líderes no plano nacional e um conjunto de empresas especializadas na gestão de fundos de pensões, investimento, planos de protecção, seguros, residências assistidas. O conjunto de empresas que o constitui tem por objectivo auxiliar a realização dos fins da Associação Mutualista, através de resultados que reforçam os proveitos das modalidades subscritas pelos associados. O Montepio Geral foi fundado em 1840 por um grupo de funcionários públicos liderados por Francisco Álvares Botelho, professor e funcionário da Contadoria da Junta do Crédito Público, com o objectivo de apoio mútuo e assim colmatar a ausência de um quadro público de apoio social (Previdência do Estado) em Portugal. À data, a designação adoptada foi a de Monte Pio dos Empregados Públicos, denominação alterada para Montepio Geral em 1844, quando foi realizada a primeira reforma estatutária e constituída a Caixa Económica Montepio Geral. Hoje, esta associação que nasceu sob o princípios do mutualismo, disponibiliza, entre outros, planos de poupança de protecção, complementos de reforma e protecção da juventude, centros residenciais para seniores e assistência domiciliária.


  • …E Mesmo Contra a Maré! – Memórias – Críticas – Paisagem

    ...E Mesmo Contra a Maré - Memórias - Críticas - Paisagem
    …E Mesmo Contra a Maré! – Memórias – Críticas – Paisagem «€20.00»

    Lopes D’Oliveira – …E Mesmo Contra a Maré! – Memórias – Críticas – Paisagem – Edições Universo, Lda – Lisboa – 1945. Desc. 382 pág / 19 cm x 12 cm / Br.


  • O Mosteiro

    O Mosteiro
    O Mosteiro «€50.00»

    Agustina Bessa Luís – O Mosteiro – Guimarães & C.ª Editora – Lisboa – 1980.Desc.332 pág / 21 cm x 15 cm / Br. «1 Edição»

     



    Agustina Bessa-Luís, pseudónimo literário de Maria Agustina Ferreira Teixeira Bessa  (Vila Meã, 15 de Outubro de 1922) é uma escritora portuguesa. Descendente, pelo lado de seu pai, Artur Teixeira de Bessa, de uma família de raízes rurais de Entre Douro e Minho, desde muito nova que se interessou por livros, começando por ler alguns da biblioteca do avô materno, Lourenço Guedes Ferreira. Foi através destas primeiras leituras que tomou contacto com alguns dos melhores escritores franceses e ingleses, os quais lhe despertaram a arte narrativa. Em 1932 vai para o Porto estudar, onde passa parte da adolescência, mudando-se para Coimbra em 1945, e, a partir de 1950 fixa definitivamente a sua residência no Porto. Estreou-se como romancista em 1948, ao publicar a novela Mundo Fechado, mas seria o romance A Sibila, publicado em 1954 que constituiu um enorme sucesso e lhe trouxe imediato reconhecimento geral. E é com A Sibila que Bessa-Luís atinge a total maturidade do seu originalíssimo processo criador. É também conhecido o seu interesse pela vida e obra de um dos grandes expoentes da escola romântica, Camilo Castelo Branco, cuja herança se faz sentir quer a nível temático (inúmeras obras de Agustina se relacionam com a sociedade de Entre Douro e Minho), quer a nível da técnica narrativa (explorou ficcional mente a própria vida de Camilo). Essa filiação associa Agustina à corrente neo-romântica, como defende Eduardo Lourenço.Além da actividade literária, a escritora envolveu-se em diversos projectos. Foi membro do Conselho Directivo da Comunitá Europea degli Scrittori (Roma) (1961-1962). Colaborou em várias publicações periódicas, tendo sido entre 1986 e 1987 directora do diário O Primeiro de Janeiro (Porto). Entre 1990 e 1993 assumiu a direcção do Teatro Nacional de D. Maria II (Lisboa) e foi membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social. É ainda membro da Academie Européenne des Sciences, des Arts et des Lettres (Paris), daAcademia Brasileira de Letras e da Academia das Ciências de Lisboa (Classe de Letras), tendo já sido distinguida com a Ordem de Sant’Iago da Espada (1980), a Medalha de Honra da Cidade do Porto (1988) e o grau de Officier de l’Ordre des Arts et des Lettres atribuído pelo governo francês (1989). Vários dos seus romances foram já adaptados ao cinema pelo realizador Manuel de Oliveira, de quem é amiga e com quem tem trabalhado e colaborado de perto. Exemplos desta parceria são Fanny Owen (Francisca, 1981), Vale Abraão (filme homónimo, 1933), As Terras do Risco (O Convento, 1995) ou A Mãe de um Rio (Inquietude, 1998). É também autora de peças de teatro e guiões para televisão, tendo o seu romance As Fúrias sido adaptado para teatro e encenado por Filipe La Féria, (Teatro Nacional D. Maria II, 1995). A sua criação é extremamente fértil e variada. A autora escreveu até o momento mais de cinquenta obras, entre romances, contos, peças de teatro, biografias romanceadas, crónicas de viagem, ensaios e livros infantis. Foi traduzida para Alemão, Castelhano, Dinamarquês, Francês, Grego, Italiano e Romeno. O seu livro-emblema, A Sibila, já atingiu a vigésima quinta edição.Em 2004, aos 81 anos, recebeu o mais importante prémio literário da língua portuguesa: o Prémio Camões. Na acta do júri da XVI edição do Prémio, pode ler-se que «o júri tomou em consideração que a obra de Agustina Bessa-Luís traduz a criação de um universo romanesco de riqueza incomparável que é servido pelas suas excepcionais qualidades de prosadora, assim contribuindo para o enriquecimento do património literário e cultural da língua comum».  Em 2005 foi feita dr.ª h.c. pela Universidade do Porto / Faculdade de Letras.


  • Catalogo/ Literatura e Biografia

     Literatura

     

    1. A. E. Hotchener – Papá Hemingway – Tradução de Carlos Barbosa de Carvalho – Livraria Bertrand – Lisboa – 1966. Desc.411 Pagi/ 21,5 cm x 16 cm / Encadernado – «€10.00»
    2. DSCF0259Afonso Lopes Vieira – Camões na Obra de Afonso Lopes Vieira – Perceria António Maria Pereira, Lda – Lisboa – 1974. Desc. 221 pág / 21 cm x 13,5 cm / Br. «€10.00»
    3. Agostinho Domingues – Cantigas de João Garcia de Guilhade – Subsídio Para o seu Estudo Linguístico e Literário – Edição Câmara Municipal de Barcelos – Barcelos – 1992. Desc.103 pág / 23 cm x 16 cm /Br. «€12.50»
    4. Alexandre Soljenitsine – O Carvalho e o Bezerro(Esboço da Vida Literária) – Livraria Bertrand – Lisboa – 1976. Desc.591 Pagi/ 21,5 x 16 cm / Encadernado «€15.00»
    5. P1010355Álvaro Júlio da Costa Pimpão – Églogas «Luís de Camões – centro de Estudos Românticos ( Anexo a Faculdade de letras da Universidade de Coimbra) – Coimbra – 1973. Desc. 87 pág / 22,5 cm x 16 cm / Br. – «€15.00»
    6. Américo da Costa Ramalho – Estudos Camonianos – Instituto nacional Investigação Cientifica –  Lisboa – 1980. Desc. 139 pág / 23 cm x 16 cm / Br. – «€15.00»
    7. P1010361Andrée Cràbbè Rocha – Esboços Dramáticos no Cancioneiro Geral (Anrique da Mota) – Coimbra Editora, Lda – Coimbra – 1951. Desc. 41 pág / 19,5 cm 13,5 cm / Br. «€10.00»
    8. Angelina Vasques Martins – Gil Vivente – Auto da Feira – Comentário e Anotações – Porto Editora – Porto – 1978. Desc. 103 pág. / 21 c,x 15 cm / Br. «€5.00»
    9. António Alçada Baptista – Os nós e os Laços – Editorial Presença –  Lisboa – 1990.Desc.22,5 cm x 15,5 cm / Brochado «€5.00»
    10. António Afonso Borregana – Análise de «Os Lusíadas» Episódios Fundamentais – Edição de Autor – Setúbal – 1987. Desc. 129 pág / 21 cm x 15 cm / Br. – «€15.00»
    11. António Afonso Borregana – Perceptivas de Leitura – [Viagens na Minha Terra][Frei Luís de Sousa][Folhas Caídas][Eurico, o Presbítero][Amor de Perdição][Os Maias][Odes Modernas e Sonetos][O Livro de Cesário Verde][Fernando Pessoa] – Edição de Autor – Setúbal – 1986. Desc. 101 pág / 21 cm x 15 cm / Br. – «€10.00»
    12. António Afonso Borregana – O Texto em Análise II – [Romantismo – Garrett, Herculano, Camilo][Realismo – Eça de Queirós, Cesário Verde][Simbolismo – Camilo Pessanha][Modernismo – Fernando Pessoa, Heterónimos] – Edição de Autor – Setúbal – 1987. Desc. 234 pág /  21 cm x 15 cm / Br. – «€15.00»
    13. P1010353António Afonso Borregana – O Texto em Análise III – [Fernando Pessoa][Heterónimos][Miguel Torga][Augustina Bessa Luís][Bernardo Santareno] – Edição de Autor – Setúbal – 1989. Desc. 234 pág /  21 cm x 15 cm / Br. – «€15.00»
    14. António Cirurgião – Uma Leitura Alegórica do Auto dos Anfitriões de Camões – Separata – Tomo XXXV da Revista «Bracara Augusta»  – Braga – 1980. Desc. 24 pág / 24 cm x 18 cm / Br. «€10.00»
    15. António José Saraiva – Gil Vicente e o fim do Teatro Medieval – Publicações Europa-América – Lisboa – 1965. Desc. 213 pág / 18 cm x 13,5 cm / Br. «€12.00»
    16. P1010577António José Saraiva e Óscar Lopes – História da Literatura Portuguesa – Porto Editora 7 Empresa Literária Fluminense, Lda – Porto – S/D. Desc. 964 pág / 21,5 cm x 15 cm / E. Original – «€35.00»
    17. A. Nunes de Almeida – Questionário D’os Lusíadas – Atlântida Editora – Coimbra – 1967. Desc. 62 pág. / 21 cm x 15 cm / Br. «€5.00»
    18. Aquilino Ribeiro – Abóboras no Telhado «Crítica e Polémica» – Livraria Bertrand – Lisboa – 1963. Desc.353 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Brochado – «2 Edição» – «€20.00»
    19. Aquilino Ribeiro – Aldeias Terras, Gente e Bichos – Livraria Bertrand – Lisboa – 1964. Desc.362 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Brochado – «2 Edição» –«€20.00»
    20. Aquilino Ribeiro – Andam Faunos Pelos Bosques – Livraria Bertrand – Lisboa – 1962. Desc.334 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Brochado – «2 Edição» –«€20.00»
    21. Aquilino Ribeiro – Arcanjo Negro(O) – Livraria Bertrand – Lisboa – 1960. Desc.349 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Br. – «2 Edição» –«€20.00»
    22. Aquilino Ribeiro – Arcas Encoiradas – Livraria Bertrand – Lisboa – 1962. Desc.349 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Br. – «2 Edição» –«€20.00»
    23. Aquilino Ribeiro – Casa Grande de Romarigães «Crónica Romanceada» – Livraria Bertrand – Lisboa – 1957. Desc.438 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Br. – «3 Edição» – «€20.00»
    24. Aquilino Ribeiro – Cinco Réis de Gente – Livraria Bertrand – Lisboa – 1959. Desc.314 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Br. – «2 Edição» –«€20.00»
    25. Aquilino Ribeiro – Estrada de Santiago – Livraria Bertrand – Lisboa – 1956. Desc.354 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Brochado – «4 Edição» –«€20.00»
    26. Aquilino Ribeiro – Filhas de Babilónia – Livraria Bertrand – Lisboa – 1959. Desc.344 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Br. – «4 Edição» –«€20.00»
    27. Aquilino Ribeiro – Galante Século XVIII(O)- Livraria Bertrand – Lisboa – 1966. Desc.347 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Br.  – «4 Edição» –«€20.00» 
    28. Aquilino Ribeiro – Humildade Gloriosa – Livraria Bertrand – Lisboa – 1966. Desc.326 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Br. – «2 Edição» –«€20.00»
    29. Aquilino Ribeiro – Jardim das Tormentas – Livraria Bertrand – Lisboa – 1961. Desc. 306 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Br. – «3 Edição» – «€20.00»
    30. Aquilino Ribeiro – Lápides Partidas – Livraria Bertrand – Lisboa – 1969. Desc. 377 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Br. – «5 Edição» – «€15.00»
    31. Aquilino Ribeiro – Maria Benigna – Livraria Bertrand – Lisboa – 1958. Desc. 349 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Br. – «2 Edição» – «€20.00»
    32. Aquilino Ribeiro – Mónica – Livraria Bertrand – Lisboa – 1961. Desc. 321 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Brochado – «3 Edição» – «€20.00»
    33. Aquilino Ribeiro – Novelas Exemplares «Miguel de Cervantes Saavedra» Versão de Aquilino Ribeiro – Livraria Bertrand – Lisboa – 1967. Desc. 506 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Br. – «2 Edição» – «€20.00»
    34. Aquilino Ribeiro – Terras do Demo  «Romance» – Livraria Bertrand – Lisboa – 1963. Desc. 352 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Br. – «5 Edição» –«€15.00»
    35. Aquilino Ribeiro – Via Sinuosa(A)  «Romance» – Livraria Bertrand – Lisboa – 1960. Desc. 345 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Br. – «5 Edição» –«€15.00» 
    36. Aquilino Ribeiro – Volfrâmio «Romance» – Livraria Bertrand – Lisboa – 1960. Desc. 457 Pagi/ 20 cm x 15 cm / Br. – «3 Edição» –«€20.00»
    37. Axel Munte – O livro de San Michele – Edição «Livros do Brasil» – Lisboa – 1930. Desc. 332 pág / 21,5 cm x 15 cm / Br.- «€5.00»
    38. P1010558Augusto C. Pires de Lima – Portugal (Livro de Leitura) Classes I e II – Edição de Autor – Porto – 1934. Desc.359 pág / 20 cm x 13 cm / Encadernação Original – Ilust. – «€20.00»
    39. P1010554Augusto C. Pires de Lima e Américo Pires de Lima – Leitura Para o Ensino Primário – Autorizado Oficialmente para o Ano Lectivo de 1950-1951 – (Terceira Classe) – Porto Editora, Lda – 1950. Desc. 132 pág / 18,5 cm x 12 cm / E. Original – Ilust. – «€12.50»
    40. Augusto Moreno – Lições de Análise, Fonética e Ortografia – Editora Educação Nacional de Adolfo Machado – Porto – S/D. Desc. 268 pág / 18 cm x 12 cm / Encadernação original – «€25.00»
    41. Boris Pasternak – O Doutor Jivago «Romance» – Prefacio de Aquilino Ribeiro e Tradução de Augusto Abelaira e Tradução das Poesias por David Mourão-Ferreira – Livraria Bertrand – Lisboa – 1974. Desc. 620 Pagi/ 21,5 cm x 16 cm / Encadernado – «€10.00»
    42. Brigitte Friang – A Dívida dos Vivos «Da Resistência ao Vietname» – Tradução de Ana Paiva – Livraria Bertrand – Lisboa – 1970. Desc. 311 Pagi/ 21,5 cm x 16 cm / Encadernado – «€10.00»
    43. P1010555Campanha Contra o Analfabetismo – Leitura Para Cursos de Adultos – Editora Educação Nacional de Adolfo Machado – Lisboa – 1953. Desc. 156 pág / 18 cm x 12 cm / E. original – Ilust. – «€15.00»
    44. Camilo Castello Branco – O Romance D’um rapaz Pobre – Parceria António Maria Pereira – Lisboa – 1925 – Desc. 254 Pagi/ 18 cm x 12 cm / E. – «6 Edição» – «€5.00»
    45. Camilo Castello Branco – A Filha do Arcediago – Parceria António Maria Pereira – Lisboa – 1918 – Desc. 273 Pagi/ 18 cm x 12 cm / Encadernado – «6 Edição» – «€5.00»
    46. Camilo Castello Branco – Doze casamentos Felizes «Romances» – Parceria António Maria Pereira – Lisboa – 1907 – Desc .210 Pagi/ 18 cm x 12 cm / E. – «4 Edição» – «€5.00»
    47. Camilo Castello Branco – Cousas Leves e Pesadas – Parceria António Maria Pereira – Lisboa – 1908 – Desc. 253 Pagi/ 18 cm x 12 cm / E. «2 Edição» – «€5.00»
    48. Camilo Castello Branco – Anathema – Parceria António Maria Pereira – Lisboa – 1902 – Desc. 400 Pagi/ 18 cm x 12 cm / E. «5 Edição» – «€5.00»
    49. P1010692Cândido Aparício Pereira – Lusa Terra – Leitura Para os Cursos de Formação do Ensino Técnico Profissional – Atlândida Editora – Coimbra – 1964. Desc. 319 pág / 22 cm x 17 cm / E. Original – «€20.00»
    50. Cândido Aparício Pereira – Lusa Terra – Leitura Para o 1.º e 2.º dos Cursos Nocturnos do Ensino Técnico Profissional – Livraria Almedina – Coimbra – 1964. Desc. 319 pág / 22 cm x 17 cm / E. Original – «€20.00»
    51. Christy Brown – Os Tristes Dias – Tradução de Mário Varela Soares – Livraria Bertrand – Lisboa – 1975. Desc.317 Pagi/ 21,5 cm x 16 cm / Encadernado – «€10.00»
    52. Daniel Domscheit-Berg e Tina Klopp – Nos bastidores da Wikileaks «a Minha Passagem Pelo Webside Mais Perigoso do Mundo» – Casa das Letras – Lisboa – 2011. Desc. 336 pág /23,5 cm x 13,5 cm / Brochado «€8.00»
    53. P1010553Domingos Cerqueira – Cartilha Escolar(Ler, Escrever e Contar) – Livraria Chardron / Lellos Irmão – Editores – Porto – S/D. Desc. 64 pág / 18 cm x 12 cm / E. Ilust. –«€15.00»
    54. Douglas Coupland – Ei Nostradamus! – Teorema – Lisboa – 2003. Desc. 267 pág / 23 cm x 16 cm / Brochado «€10.00»
    55. E.H.Gombrich – Uma Pequena História do Mundo «Ilustrações de Vera Tavares »- Tinta da China – Lisboa – 2006. Desc. 317 pág /24 cm x 15,5 cm / Brochado – «€5.00»
    56. Eça de Queiroz – Lendas de Santos «Baseado em Manuscritos e Cópias de Manuscritos» – Edição« Livros do Brasil» – Lisboa – 1965. Desc. 313 Pagi/ 22 cm x 15 cm/ E. Pele – €30.00»
    57. Eça de Queiroz – A Relíquia – Edição 12º « Livros do Brasil» – Lisboa – 1965. Desc. 279 Pagi/ 22 cm x 15 cm/ E. Pele – €30.00»
    58. Eça de Queiroz – A Cidade e as Serras – Edição 15º « Livros do Brasil» – Lisboa – S/D.Desc.252 pág / 22 cm x 15 cm/ E. Pele – €30.00»
    59. Eça de Queiroz – A Cidade e as Serras – « Livros do Brasil» – Lisboa – S/D. Desc. 252 pág / 22 cm x 15 cm/ Br. – €5.00»
    60. Eça de Queiroz – A Minas de Salomão – Edição « Livros do Brasil» – Lisboa – S/D. Desc. 292 Pagi/ 22 cm x 15 cm/ Encadernação de Pele – «€30.00»
    61. Eça de Queiroz – Cartas de Inglaterra e Crónicas de Londres – Edição 2º « Livros do Brasil» – Lisboa – S/D. Desc. 348 Pagi/ 22 cm x 15 cm/ E. Pele – «€30.00»
    62. Eça de Queiroz – Os Maias – Edição 9º « Livros do Brasil» – Lisboa – S/D. Desc. 718 Pagi/ 22 cm x15 cm/ E. Pele – «€30.00»
    63. Eça de Queiroz – A Correspondência de Fradique Mendes – Edição 4º « Livros do Brasil» – Lisboa – S/D. Desc. 237 Pagi/ 22 cm x 15 cm «€30.00»
    64. Eça de Queiroz – A Capital «Adaptação Teatral de Artur Portela Filhos e Artur Ramos – Edição « Livros do Brasil» – Lisboa – S/D. Desc. 281 Pagi/ 22 cm x15 cm/ E. Pele – «€30.00»
    65. Eça de Queiroz – Notas Contemporâneas – Edição 3º« Livros do Brasil» – Lisboa – S/D. Desc. 411 Pagi/ 22 cm x15 cm/ Encadernação de Pele – «€30.00»  
    66. Eça de Queiroz – Cartas e Outros Escritos  – Edição « Livros do Brasil» – Lisboa – S/D. Desc. 349 Pagi/ 22 cm x 15 cm/ E. Pele – «€30.00»
    67. Eça de Queiroz – O Crime do Padre Amaro  – Edição 14º « Livros do Brasil» – Lisboa – S/D. Desc. 502 Pagi/ 22 cm x 15 cm/ E. Pele – «€30.00»
    68. Eça de Queiroz – A Ilustre Casa de Ramires  – Edição 9º « Livros do Brasil» – Lisboa – S/D. Desc. 363 Pagi/ 22 cm x 15 cm/ E. Pele – «€30.00»
    69. Eça de Queiroz – O Mandarim  – Edição 7º « Livros do Brasil» – Lisboa – S/D. Desc. 270 Pagi/ 22 cm x15cm/ Encadernação de Pele – «€30.00» 
    70. Eça de Queiroz – Prosas Bárbaras  – Edição 4º « Livros do Brasil» – Lisboa – S/D. Desc. 331 Pagi/ 22 cm x 15 cm/ Encadernação de Pele – «€30.00»
    71. Eça de Queiroz – Contos  – Edição 9º « Livros do Brasil» – Lisboa – S/D. Desc. 268 Pagi/ 22 cm x 15 cm/ E. Pele – «€30.00»
    72. Eça de Queiroz – Cartas de Paris  – Edição 2º « Livros do Brasil» – Lisboa – S/D. Desc. 342 Pagi/ 22 cm x 15 cm/ E. Pele – «€30.00» 
    73. Eça de Queiroz – O Primo Bazilio  – Edição 11º « Livros do Brasil» – Lisboa – S/D. Desc. 456 Pagi/ 22 cm x 15 cm/ E. Pele – «€30.00»
    74. Erich Segal – Love Story «História de Amor» (No cinema com Ali Mac Graw e Ryan O’Neal num filme da Paramount) – Publicações Europa-América – Lisboa – 1970 – Desc. 191 Pagi/ 18,5 cm x 13,5 cm / Br. – «€5.00»
    75. P1010362Ernesto de Campos de Andrade – Quem Tem Farelos ? Por Gil Vicente «Texto Literário» – Empresa de Publicidade «Seara Nova» – Lisboa – 1965. Desc. 106 pág / 19,5 cm x 13 cm / Br. – «€15.00»
    76. Elizabeth Kostova – O Historiador – Gótica – Lisboa – 2005. Desc. 598 pág / 23,5 cm x 15 cm / Brochado «€8.00»
    77. Evan Hunter – Mães e Filhas – Publicações Europa – América – Lisboa – 1963. Desc. 785 Pagi / 20 cm x 13,5 cm / Br. «€5.00»
    78. P1010357Fernão de Magalhães Gonçalves – Sete Meditações Sobre Miguel Torga – Gráfica Coimbra – Coimbra – 1977. Desc. 121 pág / 19 cm x 13 cm / Br. – «€13.00»
    79. P1010566F. A. Xavier Rodrigues – Biografias de Cornélia – Fábulas de Febro (Ensino Secundário – Livraria de J. Rodrigues & C.ª – Lisboa – 1932. Desc. 120 pág / 20 cm x 14 cm / E. Original – «€15.00»
    80. Ferreira de Castro – Pequenos Mundos e Velhas Civilizações – Volume I e II – Guimarães & C.ª-Editores – Lisboa – 1949. Desc. 303 + 316 Pagi/21  cm x 15 cm/ Encadernação Original de Pele – «€45.00»
    81. Ferreira de Castro – Eternidade – 4º Edição Guimarães & C.ª-Editores – Lisboa – 1950. Desc. 338 Pagi/21 cm x 15 cm/ E. Pele –«€30.00»
    82. Ferreira de Castro – A Tempestade – 2º Edição – Guimarães & C.ª-Editores – Lisboa – 1949.Desc.308 Pagi/21 cm x 15 cm/ Encadernação Original de Pele – «€30.00»
    83. Ferreira de Castro – A Lã e a Neve – 3º Edição –  Guimarães & C.ª-Editores – Lisboa – 1949. Desc. 416 Pagi/21 cm x 15 cm/ E. Pele – «€25.00»
    84. Ferreira de Castro – Terra Fria – 2º Edição –  Guimarães & C.ª-Editores – Lisboa – 1950. Desc. 320 Pagi/21 cm x 15 cm/ E. Pele – «€25.00»
    85. Ferreira de Castro – Emigrantes – 2º Edição –  Guimarães & C.ª-Editores – Lisboa – 1950. Desc. 308 Pagi/21 cm x 15 cm/ E. Pele – «€25.00»
    86. Ferreira de Castro – A Volta ao Mundo – 3º Edição –  Guimarães & C.ª-Editores – Lisboa – 1949.Desc.336 + 419 + 452 Pagi/21 cm x 15 cm/ E. Pele – «€60.00»
    87. Fernand Fournier-Aubry – Don Fernando «Narrativas Recolhida por André Mendes – Tradução de Bertha Mendes – Livraria Bertrand – Lisboa – 1973. Desc. 528 Pagi/ 21,5 cm x 16 cm / E. – «€10.00»
    88. P1010358Fernando Guimarães – A Poesia da Presença e o Aparecimento do Neo-Realismo – Editorial Nova Limitada – Porto – 1969. Desc. 265 pág / 19,5 cm x 14 cm / Br. – «€15.00»
    89. Francisco José Viegas – Lourenço marques «Romance» – Edições Asa – Porto – 2002 – Desc.202 pág  20 cm x 13 cm 7/E.  «1 Edição» – «5.00» 
    90. Frederick Forsyth – Os Cães da Guerra – Edição «Livros do Brasil» – Lisboa – 1974. Desc. 439 pág / 21,5 cm x 15 cm / Br. – «€5.00»
    91. P1010360Georg Lukács – A Teoria do Romance “Divulgação e Ensaio” «Tradução de Alfredo Margarido» – Editorial Presença – Lisboa – S/D. Desc. 186 pág / 19,5 cm x 12,5 cm / Br. – «€10.00»
    92. Gerhart Hauptmann – O Herege de Soana e Michael Kramer (Biblioteca dos Prémios Nobel de Literatura)«Augusto Meyer» – Editora Opera Mundi – Rio de Janeiro – 1973. Desc. 252 Pagi + 8 Estampas /23 cm x 16,5 cm / E. Origem – «€12.50»
    93. Gilles Perrault –  O Processo 51 «Romance» – Tradução de M. V. Soares – Livraria Bertrand – Lisboa – 1969. Desc. 457 Pagi/ 21,5 cm x 16 cm / E. – «€10.00»
    94. Giovanni Papini – Gog – Livros do Brasil, Lda – Lisboa – 1948. Desc. 270 Pagi /22 cm x 15 cm / Br. – «€5.00»
    95. Graham Greene – O Cônsul Honorário – Tradução de Maria Ondina Braga – Livraria Bertrand – Lisboa – 1976. Desc. 420 Pagi/ 21,5 cm x 16 cm / E. – «€10.00»
    96. Hans Hellmut Kirst – A Intriga dos Generais – Tradução de Felisbela G. Carneiro –  Circulo de Leitores – Lisboa – 1979. Desc. 270 Pagi/ E. – «€5.00»
    97. Helen Fielding – O Diário de Bridget Jones – Editorial Presença – Lisboa – 1998. Desc. 286 pág /23 cm x 15 cm / Br. – «€5.00» 
    98. P1010552Helena Lousada, Júlio Cunha e Pedro Homem de Mello – De Portugal e do Mundo – Livro de Leitura Para as Escolas Técnicas – Editorial Domingos Barreira – Porto – S/D. Desc. 229 pág / 19,5 cm x 14 cm / E. original – «€30.00»
    99. Hervé Bazin – Os Bem-Aventurados da Desolação «Romance» – Tradução de Rogério de Lima – Livraria Bertrand – Lisboa – 1970. Desc.282 Pagi/ 21,5 cm x 16 cm / Encadernado – «€10.00»
    100. Hervé Bazin – O Grito da Coruja – Tradução de António Neves-Pedro – Livraria Bertrand – Lisboa – 1970. Desc.282 Pagi/ 21,5cm x 16cm / Encadernado – «€10.00»
    101. Herman Wouk – Ventos de Guerra (Volume – I -II- III) – Tradução de Maria Ondina Braga  – Livraria Bertrand – Lisboa – 1975. Desc.332 + 491 + 401 Pagi/ 21,5cm x 16cm / Encadernado – «€25.00»
    102. Henri Charrière – Banco «Narrativas» – Tradução de Maria Auta Monteiro Costa e Isabel Aguiar Silva – Livraria Bertrand – Lisboa – 1976. Desc.420 Pagi/ 21,5cm x 16cm / Encadernado – «€10.00»
    103. Hildegard Knef – A Cavalo Dado… – Tradução de Isabel Cardigos dos Reis – Livraria Bertrand – Lisboa – 1973. Desc. 487 Pagi/ 21,5 cm x 16 cm / E. – «€10.00»
    104. P1010569Isabel M. Aguiar Branco e Silva – A Pátria Portuguesa – Selecta Portuguesa oficialmente Para Uso dos Alunos – Livraria Simões Lopes – Porto – S/D. Desc. 427 pág / 20 cm x 14,5 cm / E. Original – Ilust. – «€15.00»
    105. Iswin Shaw – Homem Rico Homem Pobre – Edição «Livros do Brasil» – Lisboa – 1970.Desc.346 pág /21,5 cm x 15 cm / Brochado – «€5.00» 
    106. Irving Wallace – O Milagre – Edição «Livros do Brasil» – Lisboa – 1984.Desc.403 pág / 21,5 cm x 15 cm / Brochado – «€5.00»
    107. Irving Wallace – A Segunda Dama – Edição «Livros do Brasil» – Lisboa – 1980.Desc.330 pág / 21 cm x 14 cm / Brochado – «€5.00»
    108. Irving Wallace – O Relatório Chapman – Testemunho Feninino ou Desiquilibrio? «Vida Íntima de Quatro Mulheres» – Editorial Inova – Porto – 1969.Desc.666 pág / 21 cm x 14 cm / Br. – «€5.00»
    109. J.D.Salinger – Uma Agulha no Palheiro – Edições «Livros do Brasil» – Lisboa – 1945.Desc.235 pág / 22 cm x 15 cm / Br. «€5.00»
    110. DSCF0530J. Calvet – Manuel Illustré D’Histoire de la Littératura Française – J. de Gigord, Éditeur – Paris – 1958. Desc. 912 pág / 19 cm x 13,5 cm / E. Ilust. «€30.00»
    111. Jean Lartéguy – As Quimeras Negras – Tradução de Maria Eugénia Meneses – Livraria Bertrand – Lisboa – 1963. Desc.600 Pagi/ 21,5 cm x 16 cm / E. – «€10.00»
    112. Jean Lartéguy – Inquérito a Uma Crucificação – Tradução de Maria Aurta Monteiro Costa – Livraria Bertrand – Lisboa – 1974. Desc.511 Pagi/ 21,5 cm x 16 cm / E. – «€10.00
    113. Jean-Paul Crespelle – Picasso «As Mulheres – os Amigos – A Obra – Tradução de Maria Margarida Silva Dias – Livraria Bertrand – Lisboa – 1967. Desc.337 Pagi/ 21,5 cm x 16 cm / E.  – «€10.00»
    114. João Daniel Marques Mendes – Introdução à Leitura do Frei Luís de Sousa – Livraria Almedina – Coimbra – 1983. Desc.199 pág / 20,5 cm x 15 cm / Br. – «€7.00»
    115. John Le Carré – O Alfaiate do Panamá – Publicações Dom Quixote – Lisboa – 1996. Desc.400 Pagi/ 23,5 cm x 15 cm / B. – «€5.00»
    116. John Le Carré – O Gerente da Noite – Publicações Dom Quixote – Lisboa – 1993. Desc.557 Pagi/ 23,5 cm x 15 cm / Encadernado – «€5.00
    117. John Le Carré – Single & Single – Publicações Dom Quixote –  Lisboa – 1999.Desc.305 pág  /24 cm x 14,5 cm / Br. – «€5.00»
    118. John Le Carré– A Toupeira – Tradução de Maria Ondina Braga – Livraria Bertrand – Lisboa – 1975. Desc.300 Pagi/ 21,5cm x 16cm / E. – «€10.00»
    119. John Le Carré – Um Espião Perfeito – Publicações Dom Quixote –  Lisboa – 1987.Desc.500 pági /23,5cm x 116cm / Br. – «€5.00»
    120. Jonathan Black – Ouro Negro  «Obra de ficção, apoiei-me consideravelmente nos factos históricos, a fim de proporcionar um quadro verdadeiro de como realmente opera a industria petrolífera mundial) -Circulo de Leitores – Lisboa – 1981. Desc.381 Pagi/ 24,5cm x15,5cm/ E. – «€5.00»
    121. DSCF0532José Prudêncio – Um Céu e Dois Caminhos – Esfera do Caos – Lisboa – 2009. Desc. 267 pág / 24 cm x 16 cm / Br «€15.00»
    122. Joseph Joffo – Um Saco de Berlindes – Tradição de João Belchior Viegas – Livraria Bertrand – Lisboa  – 1975. Desc.266 Pagi/ 21,5cm x 16cm / E. – «€10.00»
    123. Joseph Heller – Catch 22 (Artigo 22) – Publicações Dom Quixote – Lisboa -1986.Desc.426 pág /23,5 cm x 16 cm / Br. «€5.00»
    124. P1010040José Alves Reis – Provérbios e Ditos Populares – Litexa Editora – Lisboa/Porto – 1996.Desc.278 pág /21 cm x 15 cm / Brochado – «€15.00»
    125. José Flórido – Redondilhas – Sonetos – Canção  x – Luís de Camões – Básica Editora – Lisboa – 1980. Desc. 124 pág. / 23,5 cm x 16 cm / Br «€5.00»
    126. José Hermano Saraiva – Vida Ignorada de Camões – Publicações Europa-América – Lisboa – 1978. Desc. 398 pág / 21 cm x 14 cm / Br. – «€10.00»
    127. P1010571José Pereira Tavares – Selecta Literária Parte II (4.ª e  5.ª Ano) – Livraria Simões Lopes – Porto – 1958. Desc. 326 pág / 21 cm x 15 cm / E. Original – Ilust – «€17.00»
    128. José Régio – História das Mulheres «Conto e Novela» – Portugalia Editora – Lisboa – 1968 – Desc.326  Pagi/ 20 cm x 14 cm / Brochado -«3 Edição – «€5.00»
    129. José Ribeiro da Costa – Eça de Queiroz – Os Maias – Antologia Comentadora – Porto Editora – Porto – 1990. Desc.261 pág. / 24 cm x 17 cm / Br. «€8.00»
    130. P1010557Júlio Brandão – Livro de Leitura Para as Classes I e II – Leituras Históricas (Aprovado Oficialmente) – “Livraria Cruz” – Editora – Braga – 1921. Desc. 400 pág / 20 cm x 13 cm / E. original – Ilust. – «€40.00»
    131. Júlio Brandão – Recordações Dum Velho Poeta «Figuras Literárias e Image00002Artísticas» – Editorial Greba – Lisboa – S/D. Desc. 187 pág / 19,5 cm x 13 cm / Br. «€15.00»
    132. Ladislav Mnacko  O Sabor  do Poder – Tradução de Margarida Schimmelpfennig – Livraria Bertrand – Lisboa – 1967. Desc.313 Pagi/ 21,5 cm x 16 cm / E. – «€10.00»
    133. Lawrence Durrel –  Justine «Tradução de Daniel Gonçalves»- Editora Ulisseia – Lisboa – S/D. Desc. 282 Pagi/ 22 cm x 14,5 cm / E. – «€5.00»
    134. Leão Tolstoi – Guerra e Paz (Volume I, II e III )«Tradução de Maria Isaura Correia Telles Romão» – Circulo de Leitores – Lisboa – 1980. Desc. 444 + 454 + 428 Pagi/ 24,5 cm x16 cm / E. – «€30.00»
    135. Leon Uris – QB VII (QB VII, com  raro talento e profunda introspecção, um dos grandes problemas do nosso tempo: a culpabilidade dos médicos nazis que estiveram ao serviço dos desígnios Hitlerianos)«Tradução de Maria Cristina Rato Sancho» – Circulo de Leitores – Lisboa – 1980. Desc. 351 Pagi/ 25 cm x 16 cm / E. – «€10.00»
    136. Lídia Jorge – A Costa dos Murmúrios – Publico – Lisboa – 2002 – Desc.224 Pagi/ 21 cm x 13 cm / Encadernado – «€5.00»
    137. Lopes D’Oliveira – …E Mesmo Contra a Maré ! – Edições Universo,Lda – Lisboa – 1945.Desc.382 pág /19 cm x 12 cm / Brochado «€10.00»
    138. Luís Beltrão – Os Pioneiros – Editorial Presença – Lisboa – 1987.Desc.212 pág /23 cm x 15 cm / Brochado – «€6.00»
    139. P1010562Luís Amaro de Oliveira – Camilo Castelo Branco «Amor de Perdição» ( Memórias de uma Família) – Porto Editora – Porto – 1981. Desc. 295 pág. / 21 cm x 15 cm / Br. «Com Sistema Críticas, Análise literária, Plano de Estudos e Leitura – «€8.00»
    140. Luís Amaro de Oliveira – Antologia de Lendas, Narrativas e Contos – Porto Editora – Porto – S/D. Desc. 246 pág. / 20,5 cm x 15 cm / Br.Ilust. «€5.00»
    141. Luís de Oliveira Guimarães – O Espírito e a Graça de Camões – Edição Romana Torres & C.ª Lda. –  Lisboa – 1979. Desc. 136 pág / 19 cm x 12,5 cm / Br. «€10.00»
    142. P1010551Manuel António de Morais Neves e Francisco Júlio Martins Sequeira – Portugal é Grande «Selecta Literária» 2.º Ciclo dos Liceus – Ensino Liceal – Livraria Popular de Francisco Franco – Lisboa – 1937. Desc. 550 pág / 20 cm x 14 cm / E. original – Ilust. – «€35.00»
    143. Manuel Francisco Catarino e Joaquim Simão Portugal – Colectânea de Contos Escolhidos e de Lendas e Narrativas de Alexandre Herculano – Porto Editora – Porto – S/D. Desc. 307 pág / 21 cm x 15 cm / Br. – «€15.00»
    144. Manuel dos Santos Alves – Auto da Feira «Gil Vicente» – Livraria Popular de Francisco Franco – Lisboa – 1976. Desc. 89 pág / 21 cm x 14,5 cm / Br. – «€10.00»
    145. Manuel Scorza – Rufam Tambores Por Rancas «Balada I o que aconteceu dez anos antes de o Coronel Marruecos fundar o segundo cemitério de Chinche» – tradução de Pedro Tamen – Livraria Bertrand – Lisboa – 1973. Desc. 294 Pagi/ 21,5 cm x 16 cm / E. – «€10.00»
    146. Maria Filomena Mónica – Confissões de Uma Liberal – Edições Quasi – Vila Nova de Famalicão – 2007.Desc. 152 pág /20,5 cm x 13,5 cm / Br.«€5.00» 
    147. Maria Filomena Mónica – Bilhete de Identidade « Memorias 1943-1976 » – Edições Aletheia – Lisboa – 2005. Desc. 1361 pág /22 cm x 13 cm / Br. «€5.00» 
    148. Maria Helena da Rocha Pereira – estudos de História da Cultura Clássica – I Vol. / Cultura Grega – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1967. Desc.521 pág / 20 cm x 13 cm / E. «€10.00»
    149. Mário Fiúza – Auto da Barca do Inferno «Gil Vicente» – Porto Editora – Porto – 1985. Desc. 135 pág / 21 cm x 15 cm / Br. «€10.00»
    150. Mário Fiúza – Gil Vicente – Auto da Índia – Porto Editora – Porto – 1979. Desc. 111 pág. / 21 cm x 15 cm /Br. «€5.00»
    151. Mário Fiúza – Gil Vicente – Auto de Mofina Mendes – Mistério – Porto Editora – Porto – 1978. Desc.119 pág. / 20,5 cm x 15 cm /Br. «€5.00»
    152. Mário Fiúza – Clássicos Portugueses – Teatro de Gil Vicente – Séc. XVI – Porto Editora – Porto – 1980. Desc. 259 pág / 20,5 cm x 15 cm / Br. – «€10.00
    153. Maria Jorge Vilar de Figueiredo e Maria Teresa Belo – Comentar um Texto Literário – Editorial Presença – Lisboa – 1985. Desc. 128 pág / 21 cm x 14 cm / Br. – «€12.00»
    154. Maria Leocádia Regalo dos Reis – Unidade Didácticas Sobre «A Queda Dum Anjo» – Gráfica Coimbra -Coimbra – 1979. Desc. 79 pág / 23 cm x 16 cm / Br. «€5.00»
    155. DSCF0545Margarida Castelo Branco – Os Mistérios de Serralves – Edições Asa – Porto – 1991. Desc. 108 pág / 30 cm x 25 cm / E. Ilus «€30.00»
    156. Maurice Maeterlinck  O Pássaro Azul (Biblioteca dos Prémios Nobel de Literatura) «Carlos Drummond de Andrade» – Editora Opera Mundi – Rio de Janeiro – 1973. Desc. 252 Pagi + 7 Estampas /23 cm x 16,5 cm / Encadernação de Origem – «€12.50
    157. Maria Manuela Cabral – A Geração do Orpheu – Porto Editora – Porto – 1978. Desc. 238 pág / 21 cm x 15 cm / Br. – «€10.00»
    158. Maximiano Augusto Gonçalves – A Eneida de Virgílio – Editora – livraria H. Antunes Lta. – Rio de Janeiro – S/D. Desc. 128 pág / 20 cm x 14 cm / Br. – «€15.00»
    159. M. Ema Tarracha Ferreira – Antologia Literária Comentada – Época Clássica – Século XVIII – Escola Francesa e Arcádica – Editora Ulisseia – Lisboa – S/D. Desc.156 pág / 21 cm x 13,5 cm / Br. – «€12.00»M. Ema Tarracha Ferreira – Antologia Literária Comentada – Idade Média / Poesia Trovadores * Fernão Lopes – editorial Aster – Lisboa – S/D. Desc. 263 pág / 20,5 cm x 13,5 cm /Br. – «€12.50»
    160. Michael Ondaatje – O Doente Inglês – Publicações Dom Quixote –  Lisboa – 1997.Desc. 333 pág /23,5 cm x 15,5 cm / Br. «€5.00»
    161. Michel Déon – O Táxi cor de Malva – Tradução de Maria Teresa Atayde – Livraria Bertrand – Lisboa – 1975. Desc. 300 pág / 21,5 cm x 16 cm / E. – «€10.00»
    162. Michel Déon – Os Póneis Selvagens – Tradução de Maria Varela Soares – Livraria Bertrand – Lisboa – 1973. Desc.481 pági/ 21,5cm x 16cm / Encadernado – «€10.00»
    163. Miguel Torga – Novos Contos da Montanha – Edição de Autor – Coimbra – 1979 -. Desc.237 pági/ 19,5cm x14cm / Brochado – «8 Edição» «€5.00»
    164. Miguel Torga – Rua – Edição de Autor – Coimbra – 1956 – Desc.197 pág / 18 x 13 cm / E. «3 Edição» «€10.00» 
    165. Monaldi & Sorti – Imprimatvr – O Segredo do Papa –  Editorial Presença – Lisboa – 2004.Desc.606 pági /23cm x15cm / Brochado «€8.00»
    166. Murilo Carvalho – O Rasto do Jaguar – Leya – Lisboa – 2008.Desc.563 pág / 24 cm x 16 cm / E. Original «€10.00»
    167. DSCF0281Olívio França – Camões – Testemunha Viva da Obra do Império e Autor da Europeia «No Quarto Centenário da Sua Imortalidade» – Imprensa Portuguesa – Porto – 1980. Desc. 135 pág / 21 cm x 15 cm / Br. «€15.00»
    168. Pablo la Noche – Lusco-Fusco –  Livraria Bertrand – Lisboa – 1973.Desc. 400 pág /20 cm x 15 cm / Br. «€5.00»
    169. Pascal Bruckner – Lua de Mel * Lua de Mel – Publicações Dom Quixote – Lisboa – 1993.Desc. 306 pág /23,5 cm x 15,5 cm / E. «€5.00»
    170. Pearl S. Buck – Debaixo do Céu – Edição «Livros do Brasil» – Lisboa – S/D. Desc. 375 pág / 22 cm x 15 cm / Br. – «€5.00»
    171. Pierre Rey – O Grego «Romance» – Tradução de Maria José Mauperrin – Livraria Bertrand – Lisboa – >1975. Desc. 300 pág / 21,5 cm x 16 cm / E. – «€10.00»
    172. Pires de Castro – Lições Práticas de Português -Português – Curso de Língua Pátria – Empresa Nacional de Publicidade – Lisboa – S/D. Desc. 286 pág / 20,5 cm x 14,5 cm / Br. – «€15.00»
    173. Pitigrilli –  Cara Pintadas «Tradução de Eduardo Pedrosa» – Editorial “Minerva” – Lisboa – S/D .Desc. 179 Pagi/ 19,5 cm x 13 cm / Br. – «€5.00»
    174. P1010359P. J. Geraldes Freire – Valor e Actualidade dos Estudos Clássicos – Livraria Almedina – Coimbra – 1968. Desc. 112 pag / 20 cm x 14 cm / Br. – «€15.00»
    175. P1010576Reis Brasil – História da Literatura Portuguesa – Oficina Gráfica do «Jornal do Fundão» – Lisboa – 1957. Desc. 226 pág / 18,5 cm x 13 cm / Br. – «€10.00»
    176. René Wellek / Austin Warren – Teoria da Literatura – Biblioteca Universitária – Publicações Europa América – Lisboa – 1962. Desc. 372 pág. / 22 cm x 16,5 cm / Br. «€15.00»
    177. Richard hammer – Escândalo no Vaticano «Um Negócio de Um  Bilião de Dólares Entre a Mafia e a Igreja – Publicações Europa-América – Lisboa – 1982.Desc.289 pági / 21 cm x 14 cm / Br. – «€5.00»
    178. Roger Peyrefitte – Os Americanos «Romance» – Tradução de Rogério Lima – Livraria Bertrand – Lisboa – 1975. Desc.512 pág / 21,5 cm x 16 cm / E. – «€10.00»
    179. Rosa Lobato Faria – O Pranto de Lúcifer –  Circulo de Leitores – Lisboa – 1997.Desc.205 pág  /20 cm x 13 cm/ E. – «€5.00»
    180. Rudolf Eucken –  O Sentido e o Valor da Vida  (Biblioteca dos Prémios Nobel de Literatura)«Tradição de Mário Teles» – Editora Opera Mundi – Rio de Janeiro – 1973.Desc. 252 Pagi + 8 Estampas /23 cm x 16,5 cm / E. Origem – «€12.50»
    181. Selma Lagerlöf   De Saga em Saga (Biblioteca dos Prémios Nobel de Literatura)«Tradição de Mário Teles» – Editora Opera Mundi – Rio de Janeiro – 1973.Desc. 252 Pagi + 8 Estampas /23 cm x 16,5 cm / E. Origem – «€12.50»
    182. P1010563Silva Bueno (Francisco) – Gramática Normativa da Língua Portuguesa «Curso Superior com Suplemento Literário e a Nomenclatura Gramatical Brasileira » – Edição Saraiva – São Paulo – 1968. Desc. 467 pág / 22 cm x 15 cm / E. Original – «€35.00
    183. Stefan Zweig – Amor (O Doido da Malásia) «Tradução de Alice Ogando» 17º Edição – Livraria Civilização – Porto – 1970.Desc.203 Pagi/ 19 cm x 13 cm/ Encadernação Original de Pele –«€20.00»
    184. Stefan Zweig – Caleidoscópio«Tradução de Alice Ogando» 6º Edição – Livraria Civilização – Porto – 1973.Desc.191 pág / 19cm x 13cm/ Encadernação Original de Pele – «€20.00»
    185. Stefan Zweig – Candelabro Sagrado (O)«Tradução de Alice Ogando» 12º Edição – Livraria Civilização – Porto – 1975.Desc. 203 Pagi/ 19 cm x 13 cm/ E. Original de Pele – «€20.00»
    186. Stefan Zweig– Os Construtores do Mundo «O Combate Com o Demónio»(Hölderlin, Kleist e Nietzsche)«Tradução de Alice Ogando» 6º Edição – Livraria Civilização – Porto – 1970.Desc.336 Pagi/ 19 cm x 13 cm/E. Original de Pele –«€20.00»
    187. Stefan Zweig – Confusão de Sentimentos (Notas Intimas do Professor R. de D.)«Tradução de Alice Ogando» 10º Edição – Livraria Civilização – Porto – 1969.Desc.186 Pagi/ 19 cm x 13 cm/ Encadernação Original de Pele – «€20.00»
    188. Stefan Zweig – Coração Impaciente «Romance» «Tradução de Maria Helena Osswald» – Livraria Civilização – Porto – 1978.Desc.343 Pagi/ 19 cm x «€20.00»
    189. Stefan Zweig – 24 Horas da Vida Duma Mulher «Tradução de Alice Ogando» 17º Edição – Livraria Civilização – Porto – 1976.Desc.164 Pagi/ 19 cm x 13 cm/ E. Original de Pele – «€20.00»
    190. Stefan Zweig – Jeremias «Teatro» «Tradução de Cândido de Carvalho» 7º Edição – Livraria Civilização – Porto – 1978. Desc. 266 Pagi/ 19 cm x 13 cm/ E. Original de Pele – «€20.00»
    191. Stefan Zweig– Medo (O) «Tradução de Alice Ogando» 13º Edição – Livraria Civilização – Porto – 1978. Desc. 164 Pagi/ 1 cm x 13 cm/ E. Original de Pele – «€20.00»
    192. Stefan Zweig – Noite Fantástica «Tradução de Alice Ogando» 11º Edição – Livraria Civilização – Porto – 1976. Desc. 191 Pagi/ 19 cm x 13 cm/ E. Original de Pele – «€20.00»
    193. Stefan Zweig – Três Paixões «Tradução de Odilon Galloti e Elias Davidovichi» 7º Edição – Livraria Civilização – Porto – 1977. Desc. 218 Pagi/ 19 cm x 13 cm/ E. Original de Pele – «€20.00»
    194. Stefan Zweig – Um Segredo Ardente «Tradução de Alice Ogando» 12º Edição – Livraria Civilização – Porto – 1974. Desc. 173 Pagi/ 19 cm x 13 cm/ E. Original de Pele – «€20.00»
    195. Teodor Joseph Conrad Korzeniovky – Lord Jim «Tradução de Mário Quintana» – Editor: Victor Civita – São Paulo – 1980 – Desc. 287 Pagi/ 24,5 cm x 17 cm / E. – «€15.00» 
    196. Theodor Mommsen – História de Roma (Biblioteca dos Prémios Nobel de Literatura)«Tradição de António Olinto » – Editora Opera Mundi – Rio de Janeiro – 1973. Desc. 332 Pagi + 8 Estampas /23 cm x 16,5 cm / E. Origem – «€12.50»
    197. Tom Wolfe – A Fogueira das Vaidades – Publicações Dom Quixote – Lisboa – 1988. Desc. 747 pág /23,5 cm x 16 cm / Brochado «€6.00»
    198. P1010573Virgílio Couto, Augusto Reis Góis, António Henriques – Portugal Maior – Livro de Leitura Portuguesa para o Ensino Técnico Profissional – Livraria Popular de Francisco Franco – Lisboa – S/D. Desc. 312 pág / 22 cm x 16,5 cm / E. Original – Ilust. – «€20.00»
    199. P1010572Virgílio Couto – Mar Sem Fim – Livraria Popular de Francisco Franco – Lisboa – S/D. Desc. 240 pág / 23,5 cm x 17 cm / E. Original Ilust. – «€15.00»
    200. Voldemar Lestienne –  Furioso – Tradução de Luísa Neto Jorge e Manuel João Gomes – Livraria Bertrand – Lisboa – 1973. Desc. 459 Pagi/ 21,5 cm x 16 cm / E. – «€10.00»
    201. William Styron – As Confissões de Nat Turner «Prémio Pulitzer do Romance» -. Tradução de Vera Neves Pedroso – Lisboa – 1968. Desc.396  Pagi/ 21,5 cm x 16 cm / E. – «€10.00»
    202. DSCF0542Sylvie Deraime, Anne Egger, Franck Jouve, Alain Bellet, Emmanuelle Lepetiti, Patrice Milleron, Hélène Werner – Fabulosos Mitos e Lendas de Todo o Mundo – Edições Selecções – Lisboa – 2010. Desc. 351 pág / 30 cm x 24 cm / E. Muito Ilust. «€30.00»

     

     

     

     

     

     

     


     

     




    A Vértice é uma revista portuguesa de cultura e arte, fundada em Coimbra, em 1942. Em Fevereiro de 1945 (n.º 4-7), sob uma nova direcção integrada por um grupo de jovens, torna-se uma tribuna do movimento neorealista português e um instrumento de resistência à ditadura do Estado Novo. A primeira série concluiu a sua publicação com o n.º 473-475, de Julho-Dezembro de 1986. O título foi então adquirido pela Editorial Caminho que, a partir de Abril de 1988, deu início à publicação da segunda série.

      Revista Vértice

     

     

     

     

     

     

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    Sebenta

     

    1. P1010374Sebenta – Introdução a Leitura de “Gil Vicente” – 1o.º Ano – Áreas  A – B -C -D – Cursos Complementares – Edições Sebenta – Lisboa – S/D. Desc. 97 pág / 29,5 cm x 20,5 cm / Br. – «€10.00»
    2. Sebenta – Camões Lírico – 1o.º Ano – Áreas  A – B -C -D – E – Cursos   Complementares  –  Edições  Sebenta  –  Lisboa  –  S/D.  Desc. 118 pág / 29,5 cm x 20,5 cm / Br. – «€10.00»
    3. Sebenta – A Lírica * Os Autores a as Correntes * Comentários dos Textos do Programa – 1 Caderno de Literatura Portuguesa 12.º Ano.º – 4.º Curso – Edições Sebenta – Lisboa – S/D. Desc. 169 pág / 29,5 cm x 20,5 cm / Br. – «€10.00»
    4. Sebenta – A Narrativa – Introdução à Leitura de “A Sibila” de A. Bessa Luís – 2 Caderno de Literatura Portuguesa 12.º Ano.º- 4.º Curso – Edições Sebenta – Lisboa – S/D. Desc. 130 pág / 29,5 cm x 20,5 cm / Br. – «€10.00
    5. Sebenta – O Drama – Introdução à Leitura de “O Judeu” de Bernardo Santareno – 3 Caderno de Literatura Portuguesa 12.º Ano.º- 4.º Curso – Edições Sebenta – Lisboa – S/D. Desc. 130 pág / 29,5 cm x 20,5 cm / Br. – «€10.00»
    6. Sebenta – O Realismo – Eça de Queiroz e “Os Maias” – Caderno de Literatura Portuguesa 11.º Ano – Áreas A – B -C – D – E – Edições Sebenta – Lisboa – S/D. Desc. 142 pág / 29,5 cm x 20,5 cm / Br. – «€10.00»
    7. Sebenta – Mito, Símbolo e razão A Revolução Socrática – 1 º – Caderno de Filosofia – 12.º Ano – Edições Sebenta – Lisboa – S/D. Desc. 142 pág / 29,5 cm x 20,5 cm / Br. – «€10.00»
    8. Sebenta de Portugal – Os Maias de Eça de Queiroz – Introdução ao Estudo da Obra – Organizada por Luísa Pessoa – Edições Papelaria Bonanza  – São João do Estoril – S/D. Desc. 96 pág / 29,5 cm x 20,5 cm / Br. – «€10.00»

     

     

     

     

     

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    Colóquio / Letras – Direcção

    de

    José Augusto França

     

     

    1. P1010226Colóquio / Letras – Nº 1 – Março de 1971Ensaios de: José Guilherme Merquior, Vergílio Ferreira, Jacinto Prado Coelho, Andrée Crabbé Rocha, Fernando Guimarães, Hernâni Cidade – inédito de: Teixeira Pascoal – Conto de: Miguel Torga – Poesia de: Carlos Drummond de Andrade, António Gedeão, Eugénio de Andrade, Natércia Freira – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1971. Desc. 100 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    2. Colóquio / Letras – Nº 2 – Junho de 1971 – Ensaios de: Erwin Theodor, Francisco Ynduráin, Cleonice Berardinelli, Guilherme Castilho, Hernâni Cidade, Orietta del Bene – Inéditos de: Carlos Queiroz – Conto de: Vergílio Ferreira – Poesia de: António Ramos Rosa, David Mourão-Ferreira, Ruy Belo, Armindo Trevisan, Carlos Nejar – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1971. Desc. 104 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    3. Colóquio / Letras – Nº 3 – Setembro de 1971 – Ensaios de: Haroldo de Campos, Maria Filomena Vargas, Wilson Martins, Mário Martins, Fernando Guimarães – Inédito de: Graciliano Ramos – Contos de: Maria Ondina Braga – Poesia de: Cassiano Ricardo, Vitorino Nemésio, Vítor Matos de Sá, José Geraldo Nogueira Moutinho, Pedro Tamen – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1971. Desc. 100 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    4. Colóquio / Letras – Nº 4 – Dezembro de 1971 Ensaios de: Affonso Ávila, Teresa Rita Lopes, João Gaspar Simões, Maria Lúcia Lepecki – Inéditos de: Cecília Meireles, Graciliano Ramos – Conto de: Autran Dourado – Poesia de: Armindo Rodrigues, Sophia de Mello Breynes Andresen, Rui Knopfli, João Pedro Grabato Dias, Itálico Marcon – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1971. Desc. 104 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    5. Colóquio / Letras – Nº 5 – Janeiro de 1972 – Ensaios de: Eduardo Mayone Dias, Jorge Listopad, Arnaldo Saraiva, Eduardo Lourenço – Cartas Inéditas de: Afonso Lopes Vieira – Conto de: Urbano Tavares Rodrigues – Poesia de: Henriqueta Lisboa, Natália Correia, Raul de carvalho, João Maia, Manuel de Castro – Notas e Comentários de: Maria Vitalina Leal de Matos, Fernando Guimarães, Manuel Ferreira – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1972. Desc. 104 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    6. Colóquio / Letras – Nº 7 – Maio de 1972 – Ensaios de: Dámaso Alonso, W. L. Forster, Euryalo Cannabrava, Liberto Cruz – Cartas Inéditas de: Mário de Sá-Carneiro – Poesia de: João Cabral de Melo Neto, Cabral do Nascimento, Orlando Mendes, Matilde Rosa Araújo, Walmir Ayala – Notas e Comentarios de: Arnaldo Saraiva, Donaldo Schüler – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1972. Desc. 104 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    7. Colóquio / Letras – Nº 8 – Maio de 1972 – Ensaios de: Vergílio Ferreira, José Guilherme Merquior, Hélder Macedo, António José Saraiva – Textos inéditos de: Fernando Pessoa – Conto de: José Saramago – Poesia de: Lêdo Ivo, Alphonsus de Guimareaens Filho, Egito Gonçalves, José Terra, João Rui de Sousa – Notas e Comentarios de: Hernâni Cidade, Jacinto do Prado Coelho – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1972. Desc. 104 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    8. Colóquio / Letras – Nº 9 – Setembro de 1972 Artigos de: Euryalo Cannabrava, Fábio Lucas, Joel Serrão – Cartas Inéditas de : Ribeiro Couto – Conto de : Rachel de Queiroz – Poesia de: Roger Caillois, José Gomes Ferreira, José Blanc de Portugal, António Manuel Couto Viana, Casimiro de Brito, Laís Correa de Araujo – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1972. Desc. 100 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    9. Colóquio / Letras – Nº 10 – Novembro de 1972 – Ensaios de: Francisco Ynduráin, José Guilherme Merquior, António Ramos Rosa, João Medina – Conto de: Ruben A. – Poesia de: Rainer Maria Rilke, Miguel Torga, Salette Tavares, Dora Ferreira da Silva – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1972. Desc. 100 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    10. Colóquio / Letras – Nº 11 – Janeiro de 1973 – Artigos de: Adolfo Casais Monteiro, Eduardo Lourenço, Fernando Mendonça – inédito de: José Régio – Conto de: Maria Judite de Carvalho – Poesia de: Alberto Lacerda, Armindo Trevisan, António Salvado, Teresa Rita, Vítor Oliveira Jorge – Notas e Comentários de: E.M. de Melo e Castro, João Palma-Ferreira, Luís de Sousa Rebelo – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1973. Desc.100 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    11. Colóquio / Letras – Nº 12 – Março de 1973 – Artigos de: Roman Jakobson, Yves Gandon, Murilo Mendes, Alfredo Bosi, Maria de Lourdes Cortez – Cartas Inéditas de: Cristovam Pavia – Conto de: Roberto Drummond – Poesia de: Saúl Dias, Darcy Damasceno, Pedro Tamen, E.M. de Melo e Castro, Carlos Eurico da Costas – Notas e Comentários de: Joel Pontes, Hernâni Cidade, Nelly Novaes Coelho – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1973. Desc. 104 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    12. Colóquio / Letras – Nº 13 – Maio de 1973 – Artigos de: M. Rodrigues Lapa, Raymond Warnier, Cleonice Berardinelli, José Martins Garcia – Cartas Inéditas de: Teixeira Pascoal –  Contos de: António Rebordão Navarro – Poesia de: Armindo Rodrigues, Lélia Coelho Frota, Affonso Ávila, António Carlos Leal da Silva, Y. K. Centeno – Notas e Comentários  de: Eduardo Lourenço, Jorge Listopad – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1973. Desc. 100 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    13. Colóquio / Letras – Nº 14 – Julho de 1973 – Artigos de: Erwin Theodor, Robert Bréchon, Nelly Novaes Coelho, João Medina – Cartas inéditas de: Lygia Fagundes Telles – Poesia de: Odylo Costa  Filho, Olga Sarary, Fernando Guimarães, Osvaldo Alcântara, António Osório – Notas e Comentários de: Fernando Cristóvão, Alfredo Margarido Inquérito sobre Junqueira no Cinquentenário da sua morte – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1973. Desc. 104 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    14. Colóquio / Letras – Nº 15 – Setembro de 1973 – Artigos de:  Luís Francisco Rebello, Álvaro Salema, Leodegário A. de Azevedo Filho, Eduardo Lourenço – Cartas Inéditas de: Mário de Andrade – Contos de: Ilse Losa – Poesia de: Alfredo Guisado, Hélder Macedo, Gabriel Marioano, Affonso Romano de Sant’ Anna – Notas e Comentários de: Santiago Kovadloff, Maria Amélia Neto, Fernando Guimarães – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1973. Desc. 104 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    15. Colóquio / Letras – Nº 16 – Novembro de 1973 – Artigos de: Pierre Clarac, Hernâni Cidade, Andrée Rocha, Luiz Francisco Rebello, Fernando Guimarães – Cartas Inéditas de: Guerra Junqueira, Raul Brandão, Afonso Duarte, António Sérgio – Conto de: Agustina Bessa-Luís – Poesia de: Natércia Freire, Raul de Carvalho, Carlos Nejar, Francisco de Vasconcellos e Souza, Geraldo Pinto Rodrigues – Notas e Comentários de: Alberto de Lacerda, Primo Vieira, Eduardo Lourenço – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1973. Desc. 104 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    16. Colóquio / Letras – Nº 17 – Janeiro de 1974 – Artigos de: José Guilherme Merquior, Luiz Cota Lima, Georg Rudolf Lind, Giuseppe Tavani, Fernando Namora – Poesia de: Henrique Lisboa, Vítor Matos de Sá, Vasco Miranda, Ana Hatherly, Mário Cláudio – Notas e Comentários de: Leandro Carré Alvarellos, João Medina – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1974. Desc. 100 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    17. Colóquio / Letras – Nº 18 – Março de 1974 – Artigos de: Fábio Lucas, Eduardo Lourenço, Duarte faria, Euryaldo Cannabrava – Cartas Inéditas de: Manuel Bandeira – Poesia de: Jorge Guillén, Eugénio de Andrade, João Miguel Fernandes Jorge, Luís de Miranda Rocha, José Santiago Naud – Notas e Comentarios de: Spencer Leitman, Ruy Belo – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1974. Desc. 100 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    18. Colóquio / Letras – Nº 19 – Maio de 1974 – Artigos de: Vergílio Ferreira, Osman Lins, Maria Vitalina Leal de Matos, Carlos Felipe Moisés – Cartas Inéditas de: Teixeira Parcoaes, Camilo Pessanha – Contos de: Hermilo Borba Filho – Poesia de: António Ramos Rosa, Ruy Belo, Thiago de Mello, Dora Ferreira da Silva, Maria Valupi – Notas e Comentarios de: Jean-Michel Massa, José Adriano de Carvalho – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1974. Desc. 100 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»
    19. Colóquio / Letras – Nº 20 – Julho de 1974 – Artigos de: Autran Dourado, Maria Vitalina Leal de Matos, Benedito Nunes, José augusto Seabra, Ernesto Guerra da Cal – Textos Inéditos de – Fernando Pessoa – Conto de: liberto Cruz – Poesia de: Egito Gonçalves, Luís Veiga Leitão, Ferreira Gullar, Glória de Sant’Anna, Fernando J. B. Martinho – Notas e Comentário de. José Filgueira Valverde – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1974. Desc. 100 pág – / 25 cm x 17,5 cm / Br. – «15.00»

     

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    Revista

    Broteria

    Fundada em 1902, em Louriçal do Campo, por Joaquim da Silva Tavares S.J. (1866-1932), Cândido Azevedo Mendes S.J. (1874-1943) e Carlos Zimmermann S.J. (1871-1950), professores do Colégio de São Fiel, a “Brotéria – Revista de Sciencias Naturaes” destacou-se no panorama das publicações científicas portuguesas entre o ano da sua fundação e 2002. Na “Brotéria” publicaram-se mais de 1300 artigos de investigação em áreas como a Botânica, a Zoologia e a Genética, e foram descritas e classificadas sistematicamente 1327 novas espécies zoológicas e 887 novas espécies botânicas, uma clara indicação da relevância científica desta revista em contexto nacional e internacional. Por outro lado, entre 1907 e 1925, foram publicados cerca de 450 artigos de divulgação na série de Vulgarização Científica, em áreas tão díspares como Química, Física, Agricultura, Biologia e Medicina. A “Brotéria” foi instituída em 1902, em homenagem a Félix de Avelar Brotero (1744-1829), seguindo a necessidade dos naturalistas da Companhia de Jesus publicarem os resultados das suas investigações, iniciadas nos anos anteriores. Silva Tavares, por exemplo, tinha apresentado resultados dos seus estudos em zoocecídias pela primeira vez nos Anais de Ciências do Porto (1900), razão pela qual acabou por ser nomeado membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, em 1903. Viria ainda a ser nomeado, por unanimidade, membro efectivo da Academia das Ciências de Lisboa, a 6 de Março de 1928, uma nomeação que foi amplamente noticiada nos periódicos portugueses e lhe valeu a felicitação de Egas Moniz. O interesse científico de Silva Tavares pelas cecídias, estruturas comummente designadas por galhas e que se desenvolvem na planta em resposta ao ataque de outros seres vivos, iniciado em 1900, teve a sua continuação natural na “Brotéria”, onde publicou cerca de 50 artigos originais, ao longo dos 30 anos em que foi seu director. Neste período em que Silva Tavares foi seu director, publicaram-se maioritariamente artigos de taxonomia em Botânica e Zoologia. A “Brotéria” nascera com um objectivo erudito e científico, mas cinco anos após a sua fundação, em 1907, a revista de Ciências Naturais deu origem a três séries distintas: “Vulgarização Científica”, “Botânica” e “Zoologia”. A série de Vulgarização Científica, totalmente escrita em português, tinha sido especialmente criada para equilibrar a falta de assinantes em Portugal, não pondo, porém, em causa o carácter estritamente científico das séries de Zoologia e de Botânica, onde se continuavam a publicar apenas artigos de investigação originais. A série de “Vulgarização Científica” estaria na origem, a partir de 1925, de uma série de propósitos mais culturais, que hoje subsiste com o subtítulo de “Cristianismo e Cultura”As duas séries de especialidade científica foram reunidas em 1932, pelo jesuíta suíço Afonso Luisier (1872-1957), recuperando a sua designação inicial de “Ciências Naturais”. Luisier, director da Brotéria entre 1932 e 1957 e especialista internacional em briófitas, descobriu e descreveu, ao longo da sua carreira científica, 18 novas espécies e 13 novas variedades de musgos. No Instituto Nun’Alvres (Caldas da Saúde, Santo Tirso) conserva-se ainda hoje a sua excelente colecção de musgos dividida em três secções: “Bryotheca Europaea”, “Bryotheca Atlantica” e “Bryotheca Exótica”. Numa onda crescente de notoriedade científica, Luisier foi nomeado sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa (1933), tendo-se seguido a atribuição do grau de Doutor honoris causa em Ciências Naturais pela Faculdade de Ciências do Porto (1942) e o agraciamento com o Oficialato da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada (1957), pelas mãos do Subsecretário da Educação Nacional, Baltazar Rebelo de Sousa. Entre 1939 e 1957, sob a direcção de Luisier, surgiu na “Brotéria” uma série de artigos de um grupo de geneticistas liderado por António Sousa da Câmara (1901-1971), fundador e primeiro director da Estação Agronômica Nacional. Este grupo, do Departamento de Genética da Estação Agronómica, foi o que participou mais activamente na escrita de artigos sobre o desenvolvimento da Genética de plantas na Brotéria, nesta fase da revista. Estes factos demonstram que os jesuítas portugueses acompanhavam, com a maior actualidade, as novidades científicas e as investigações que tinham lugar no nosso país, durante o período do Estado Novo, representando um dos periódicos de eleição para publicação dos principais resultados de investigação em Genética de melhoramento de plantas em Portugal.De 1962 a 1979, Luís Archer S.J. (1926-2011) assegurou a direcção da “Série de Ciências Naturais” e, a partir de 1980, da “Série Genética”. Após conclusão da licenciatura em Teologia (Frankfurt, 1960), Archer mudou-se para os Estados Unidos para estudar Genética Molecular na Universidade de Georgetown (Washington), concluindo o doutoramento em 1967 sobre a análise molecular do processo de transformação de Bacillus subtilis por moléculas isoladas de DNA. Ao regressar a Portugal, introduziu o ensino e a investigação em Biologia Molecular e criou e dirigiu o Laboratório de Genética Molecular do Instituto Gulbenkian de Ciência (1971-1991), a sua maior contribuição para o desenvolvimento científico e pedagógico da Biologia em Portugal. Fundador da Sociedade Portuguesa de Genética, Luís Archer publicou, ao longo da sua carreira científica, cerca de 250 trabalhos em áreas como a Genética, a Filosofia das Ciências e a Bioética, uma das principais áreas nas quais se destacou. De facto, desde 1977 que grande parte do seu tempo era dedicado à Bioética, tendo integrado comissões nacionais e internacionais de especial relevo nesta área. Tal como Luisier em 1957, Archer foi agraciado com a Grã‑Cruz da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, em 1991, a mais alta condecoração da República Portuguesa a ser concedida por méritos científicos, artísticos ou literários, uma honra que reflecte a notoriedade científica que tinha alcançado no nosso país, pelas suas contribuições pioneiras nas áreas de Biologia Molecular e Bioética. Sob a direcção de Luís Archer, foram publicados na série de “Ciências Naturais” importantes artigos de Bioquímica, focando temas da maior actualidade científica como metabolismo celular, actividades enzimáticas e electroforese de proteínas. A partir dos anos 70, surgiram os primeiros artigos de Genética Molecular na “Brotéria”, a maioria dos quais escritos por investigadores estrangeiros, demonstrando o pioneirismo e a influência internacional da revista neste período. Em 1980, reflexo da actualidade da Genética Molecular e da sua importância crescente no panorama científico nacional e internacional, a revista de “Ciências Naturais” deu origem à série “Genética”, integrando a necessidade da existência de uma revista desta índole em Portugal com a agenda científica do seu director, tal como acontecera anteriormente com Silva Tavares e Luisier, que sempre associaram directamente os seus interesses de investigação científica com o percurso editorial da revista. Na “Brotéria-Genética” foram publicados cerca de 300 artigos nas áreas da genética bacteriana, genética de melhoramento de plantas, genética de melhoramento animal, genética humana e bioética. Em 2002 terminou a publicação da “Brotéria-Científica”, continuando apenas a ser publicada a sua vertente cultural, sendo o seu director actual o P. António Vaz Pinto S.J

    Brotéria

    Cultura e Informação

     

     

    1. IMG_1762Brotério – Vol. XXXIX. Fasc. 5. Lisboa – Novembro – MCMXLVIA. Manilha – As Três Missas de Fieis Defuntos / J. P. Gomes – Novos Sistemas e Descobertas / A. Freire – A Alma na Filosofia de Paltão / E. Jalhay – A Citânia de Sanfins / A. Leite – Relações Entre a Igreja e o Estado / A. Rocha – Igreja e Democracias / Brotério – Ideias e Factos / Bibliografia – Revista Contemporânea de Cultura – Lisboa – 1944. Desc. 362 ao 479 pág / 22 cm x 15,5 cm / Br. «€10.00»
    2. Brotério – Vol. XLIII. Fasc. 5. Lisboa – Novembro – MCMXLVIA. Veloso – Uma Polémica Histórica / A. Rocha – Laivos Pornográficos / J. Pereira Gomes – Mercúrio Filosófico / M. Martins – Uma Obra Inédita / J. Carles – O Problema da Hereditariedade / Domingos Maurício – A Moral nos Negócios / M. Costa – Cartas de S. Francisco Xavier / C. Hermenegildo de Sousa – Politica Agrária / Brotério – Ideias e Factos / Revistas de Revistas / Bibliografia – Revista Contemporânea de Cultura – Lisboa – 1946. Desc. 362 ao 496 pág / 22 cm x 15,5 cm / Br. «€10.00»
    3. Brotério – Vol. XLVI. Fasc. 6. Lisboa – Junho – MCMXLVIIIJ. da Costa Lima – Paixão de Livros / Silva Tarouca – A «Magna Charta» de Tarouca / Luís Vieira de Castro – Politica Externa / C. H. de Sousa _ Politica Económica Internacional / E. Jalhay e A. do Paço – Citânia de Safins / A. Veloso – Vinte Anos Depois / Francisco Fernando Lopes – Cantiga de Santa Maria / B. Podgaetsky – Comunismo de Batina / Broterio – Revista e Revistas / Bibliografia – Revista Contemporânea de Cultura – Lisboa – 1948. Desc. 642 ao 784 pág / 22 cm x 15,5 cm / Br. «€10.00»
    4. Brotério – Vol. L. Fasc. 1. Lisboa – Janeiro – A. L. de Castro – O Ano Santo / A. Veloso – Sobre o Problema do Mal / E. Jalhay – Jóia de Oiro de Sanfins / A. Freire – Como Educa Oxford / J. da Costa Lima – Expressões Artísticas / L. Vieira de Castro – Política Externa / Podgaetsky – Anti-Semitismo Soviético? / João Maia – A Poesia de Carlos Queirós / J. P. Gomes – Oficina de Instrumentos Físicos / G. de Zurara – Na Estreira Duma Politica Cristã / Broterio – Revista e Revistas / Bibliografia – Revista Contemporânea de Cultura – Lisboa – 1950. Desc. 6 ao 128 pág / 22 cm x 15,5 cm / Br. «€10.00»
    5. Brotéria – nº 1 – Janeiro de 1996 – Vol. 142 – Director – Luís Archer – Proprietário – Brotéria – Associação Cultural e Científica – Lisboa – 1996. Desc. 127 pág / 22 cm x 15,5 cm / Br. – «€5.00»
    6. Brotéria – nº 2 – Fevereiro de 1996 – Vol. 142 – Director – Luís Archer – Proprietário – Brotéria – Associação Cultural e Científica – Lisboa – 1996. Desc. 127 pág / 22 cm x 15,5 cm / Br. – «€5.00»
    7. Brotéria – nº 3 – Março de 1996 – Vol. 142 – Director – Luís Archer – Proprietário – Brotéria – Associação Cultural e Científica – Lisboa – 1996. Desc. 127 pág / 22 cm x 15,5 cm / Br. – «€5.00»
    8. Brotério – nª 4 – Abril de 1996 – Vol. 142 – Director – Luís Archer – Propriedade – Brotéria – Associação Cultural e Científica – Lisboa – 1996. Desc. 127 pág / 22 cm x 15,5 cm / Br. – «€5.00»

     

     

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