• Autores – Boletim da Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses

    Autores - Boletim da Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses «€30.00»
    Autores – Boletim da Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses «€15.00»

    (1) – Autores – Boletim da Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses – O que os Interessados Devem Fazer Para ser Administrados pelo S.E.C.T.P / Aquilino Ribeiro – Camões e os Seus «Direitos de Autor» / A S.E.C.T.P e a Sua Acção nas Nossas Províncias Ultramarinas / Augusto de Castro – «José Maria» / José Galhardo – O Direito de Autor / Natércia Freire – «Rapsódia Portuguesa / O Fidalgo Aprendiz de D. Francisco Manuel de Melo Inspirou o «Bourgeois Gentilhomen» de Mollière / Luis Francisco Rebello – o papel do Actor / O Centenário de Ferreira da Silva / O Primeiro Texto em Língua Portuguesa, Com Autoridade, de uma Convenção Multilateral / Artur Inês – Uma Tarde com o Maestro Calderon / Laura Chaves – Personalidade / Carlos Selvagem – A Figura e a Obra de Marcelino Mesquita / Roberto Nobre – Encenação para o Palco e Para a Tela / Tomaz Ribas – A Escola de Bailado Clássico do Teatro Nacional de São Carlos / A Estreia de Félix Bermudes / Aqui Entre Nós… / A Inspecção dos Espectáculos e a Propriedade Intelectual

    (2) – Autores – Boletim da Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses – Julio Dantas / da Criação Intelectual Como o Salazar Prepara os Seus Discursos (Segundo as Suas Confidencias) / Dois Cenários / José Galhardo – O Direito de Autor / Conferencia Diplomática de Munique / Ramada Curto – D. João da Câmara / a Estreia de Fernando Santos / Eurico Serra – O Cinemas e a Juventude / Sousa Costa – O Prólogo de Um Grande Drama / “A Severa” Uma Peça Célebre / Eduardo Scarlatti – Bergson e o Mecanismo do Cômico / A Despedida de Teresa Gomes / António Manuel Couto Viana – Teatro Infantil / Aqui Entre Nós… / O Teatro Brasileiro / Estreias de Temporada / Emilio Duque – Porque Fiz e Como Fiz a Adaptação de «O Primo Basílio»

    (3) – Autores – Boletim da Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses – A Força do Direito / Schwalbach Evocação Por Júlio Dantas / No Centenário de Teixeira Gomes / Da Criação Intelectual Deve ou Não o Escritor ser Responsável pela sua Obra? A Opinião de Augusto de Castro / Comentário a Novíssima Legislação Administrativa Sobre Espectaculos Públicos / José Galhardo – O Direito de Autor / A Estreia de Arnaldo Leite / Aqui Entre Nós… / O «Travesti» no Teatro / Confidências de Joray Camargo / Carlos Selvagem – A História de «Entre Giestas» / Luis Teixeira – O Bom Tempo de Outrora / Oliveira Martins Dramaturgo / Joaquim de Oliveira – O que Foi o “Teatro Novo” no Tivoli há 35 Anos / Bernardo Santareno – de Um Certo Teatro e de Um Certo Público… / O que é a Cinemateca Nacional / a Menina Televisão


  • Discursos Políticos

    Discursos Políticos
    Discursos Políticos «€15.00»

    Costa Gomes – Discursos Políticos – Ministério da Comunicação Social – Lisboa – 1976. Desc.[5459 Pág / 21 cm x 15 cm / Br.

     

     

    Francisco da Costa Gomes (Chaves, 30 de Junho de 1914 — Lisboa, 31 de Julho de 2001) foi um militar e político português. Foi o Décimo Quinto Presidente da República Portuguesa, o segundo após a Revolução dos Cravos. De família numerosa, de onze filhos e filhas (dos quais oito chegarão à idade adulta), muito cedo Francisco da Costa Gomes fica órfão de pai. Por falta de posses, a mãe decide enviar o jovem para o Colégio Militar, para que possa aí prosseguir os estudos, antevendo-lhe um futuro na carreira de armas. Sobre a profissão militar o próprio diria mas tarde: «se pudesse não [a] teria seguido.». Militar sempre preocupado com a paz, de perfil civilista, indo ao pormenor de, sintomática e simbolicamente, restringir o uso da farda apenas às ocasiões em que tal lhe era exigido, é no entanto, na Guerra Colonial, de entre os grandes cabos de guerra, o mais renitente em utilizar a força bélica em grandes e pequenas operações, e, paradoxalmente, o que mais êxito teve em termos operacionais e bélicos. Costa Gomes foi, com uma antecedência assinalável, em 1961, o primeiro chefe militar a defender claramente que a solução para a guerra colonial era política e não militar, não obstante cumpriu com brilhantismo as suas funções como comandante militar da 2.ª Região Militar de Moçambique, entre 1965 e 1969 (primeiro, como segundo-comandante, depois, como comandante) e, seguidamente, como comandante da Região Militar de Angola. Costa Gomes foi de grande eficácia ao conseguir mitigar a capacidade militar e operacional dos movimentos de libertação. No caso de Angola, é reconhecido por muitos que, em 1974, o território estava praticamente pacificado e os movimentos de guerrilha tinham em vista a sua capacidade militar reduzida a quase nada. Após o 28 de Setembro de 1974, com o afastamento do general Spínola, Costa Gomes é nomeado para a Presidência da República, onde lhe caberá a difícil missão de conciliador de partes em profunda desavença, com visões do mundo radicais e em defrontação, algumas verdadeiramente inconciliáveis. Levará sobre os seus ombros tudo quanto se irá passar até ao Golpe de 25 de Novembro de 1975, onde lhe coube o papel capital de impedir a radicalização dos conflitos poupando o país a enfrentamentos violentos e uma possível guerra civil. Costa Gomes é considerado um dos principais obreiros da instauração da democracia em Portugal.


  • Clima – Revista de Divulgação e Cultura

    Clima - Revista de Divulgação e Cultura
    Clima – Revista de Divulgação e Cultura «€50.00»

    (1) – Clima – Revista de Divulgação e Cultura – Ano I – N.º 1 – Perspectivas do Sindicalismo Estudantil – Ernesto Coutinho e Evo Fernandes / a desvalorização da Libra – Luís Moura e Silva / Os Kolkhozes, Exploração Agrícola do Futuro? – Mário Portugal / Cultura e Universidade – Osvaldo Gomes / O Direito Internacional e o Acesso ao Mar dos Países sem Litoral (1.ª Parte) – João Peixoto / Subsídios para o Estudo das Fontes de Direito Civil no Ultramar / Carta Mundial Para o Primado do Direito – Lisboa – 19… – Julho/Agosto. Desc.[151] Pág / Br.

    (2) – Clima – Revista de Divulgação e Cultura – Ano I – N.º 2 – A «Mudança de Idade» na Sociedade – Luís Filipe Moura e Silva / O Direito Internacional e o Acesso ao Mar dos Países sem Litoral (2.ª Parte) – João Peixoto / Notas Sobre a Evolução da Idade Comunista – Evo Fernandes / a Caminho de Uma Nova Revolução Industrial – Mário Portugal / A.B.C. da Língua Chinesa – Li Ching – Lisboa – 19… – Setembro/Outubro. Desc.[136] Pág / Br.

     

    Revistas de Divulgação e Cultura em duas Revistas únicas publicadas do Diretor – Luis Nandin de Carvalho (Maçom) / Editor –  Fermeneguildo / Propriedade – Centro Cultural Português.

     


  • Estudo Preliminar de Castinas da Localização das Oficinas de Siderurgia

    Estudo Preliminar de Castinas da Localização das Oficinas de Siderurgia
    Estudo Preliminar de Castinas da Localização das Oficinas de Siderurgia «€20.00»

    Artur Augusto da Fonseca – Estudo Preliminar de Castinas da Localização das Oficinas de Siderurgia – Ministério da Economia / Direcção Geral de Minas e Serviços Geológicos / Serviço de Fomento Minério – Lisboa – 1945. Desc.[78] pág + [XVIII Quadros] / 25 cm x 19 cm / Br. Ilust


  • Acerca do Comercio de Grão de Bico

    Acerca do Comercio de Grão de Bico
    Acerca do Comercio de Grão de Bico «€15.00»

    Carlos m. Portas – Acerca do Comercio de Grão de Bico – Federação dos Grémios da Lavoura do Baixo Alentejo – Beja – 1961. Desc.[55] pág + [24 Quadros] + Anexos / 23 cm x 16 cm / Br

     

     

     

     

    Resultado de imagem para grão de bicoO grão-de-bico, também chamado de gravanço, ervanço, ervilha-de-galinha ou ervilha-de-bengala, é uma leguminosa da família das fabáceas, muito distribuída na Índia e no Mediterrâneo. Trata-se de uma planta herbácea, que mede entre 20 e 50 cm de altura, de flores brancas que desenvolvem uma bainha, em cujo interior se encontram 2 ou 3 grãos, no máximo. Os grãos de cor castanho-claro (ou também verde) são arredondados, tendo uma pequena “espora”. A sua periodicidade é anual. O grão-de-bico é uma leguminosa com importantes qualidades culinárias e nutritivas, sendo rico em proteínas, sais minerais e vitaminas do complexo B. Além disso, devido à grande quantidade de celulose contida na casca, o grão-de-bico estimula o bom funcionamento dos intestinos. O grão-de-bico, do ponto de vista nutricional, é um excelente alimento.Devido à sua grande quantidade de amido, é usado pelo nosso organismo como fonte de energia. É pobre em água e gorduras, e está isento de colesterol. O grão-de-bico é usado para o preparo de uma pasta árabe chamada Homus. Cada 100g de grão contém 6g de fibras, sendo nas sua maioria fibras solúveis, ajudando de uma forma bastante eficaz o nosso organismo a eliminar açúcares, gorduras e o colesterol. O ácido fólico pode-se encontrar em doses generosas no grão. Vários estudos referem a importância desta leguminosa na prevenção de doenças cardiovasculares, assim como no tratamento de vários tipos de anemia. Contém uma generosa quantidade de cálcio, ferro e magnésio, minerais que desempenham funções importantes no nosso organismo.Sendo um alimento relativamente barato, oferece uma grande versatilidade na culinária. É indispensável numa dieta alimentar equilibrada. O grão-de-bico também possui uma grande quantidade de triptofano, utilizado pra produzir serotonina, responsável pela ativação dos centros cerebrais que dão a sensação de bem-estar, satisfação e confiança.


  • Alguns Jazigos do Alentejo (Alvito e Águas de Peixe; Vale do Vargo; Ferreira do Alentejo (Odivelas); Vila de Frades; Bolarina, Ponte de Serpa; Herdade da Magra e Herdade das Casas Velhas)

    Alguns Jazigos do Alentejo
    Alguns Jazigos do Alentejo «€20.00»

    Alguns Jazigos do Alentejo – Estudos das Minas de Alvito e Águas de Peixe – José Manuel de Almeida Fernandes e Viriato de Sousa Campos / Jazigos de Vale do Vargo – Ramiro da Costa Cabral Nunes de Sobral / Jazigos de Ferreira do Alentejo (Odivelas) – José Manuel de Almeida Fernandes e Viriato de Sousa Campos / Outros Jazigos de Ferro do Alentejo – José Manuel de Almeida Fernandes e Viriato de Sousa Campos – Ministério da Economia / Direcção Geral de Minas e Serviços Geológicos / Serviço de Fomento Minério – Lisboa. 1943. Desc.[51] pág + [9 Mapa / Estampas] / 25 cm x 19 cm / Br. Ilust


  • Junta Autónoma de Estradas

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