• A Arquitectura Religiosa do Algarve de 1520 a 1600-1600

    A Arquitectura Religiosa do Algarve de 1520 a 1600 «€25.00»

    José E. Horta Correia – A Arquitectura Religiosa do Algarve de 1520 a 1600 – Publicações Ciência Viva, Lda – Lisboa – 1987. Desc.[162] pág / 24 cm x 18 cm / Br. Ilust


  • Alma em Farrapos….

    Alma em Farrapos…. «€35.00»

    Augusto Diniz de Souza – Alma em Farrapos…. – Livraria Rodrigues – Lisboa – 1948. Desc.[114] pág / 21 cm x 14 cm / Br.

     

    Resultado de imagem para augusto diniz de sousa - sonetosAugusto Diniz Sousa (Augusto da Conceição Diniz Neves de Sousa), n. 8- XII-1905, na freguesia e conselho de Marinha Grande, distrito de Leiria (Portugal). Professor, poeta, escritor, contabilista e tecnologista diplomado. Sócio administrador das extintas Empresa Corticeira de Portugal, Empresa Resineira do Sul e Sociedade Industrial de Cerâmica. Desempenhou cargos na Caixa Económica de Lisboa e no Contencioso do Montepio Geral. Publicou : “Alma em farrapos. . . ” (sonetos) ; poemas Soldados de Portugal, Violetas, Mensageiros da Pátria, Maria Benedita-bilingue, Hino à Rainha Santa, Florela, Luar, Adeus Amor, Nunca Mais, Sem ti … , Matrimónio. Estrelas sem luz. . . ; e Cântico de Fátima. Conferências genealógicas, etc. Pertence a várias instituições culturais: Instituto Genealógico Brasileiro, Associação de Intercâmbio Cultural (Guiratinga, Mato Grosso), Sociedade Literária da Casa de Humberto de Campos (Carolina, Maranhão), diretor da Sociedade de Língua Portuguesa, etc. Filho de Augusto Ribas das Neves de Sousa, f, e de d. Maria da Conceição da Natividade Diniz (Neves de Sousa).


  • O Alentejo a Oriente D’Odiana (1600-1640)-1640

    O Alentejo a Oriente D’Odiana (1600-1640) «€15.00»

    João dos Santos Ramalho Cosme – O Alentejo a Oriente D’Odiana (1600-1640) [Política, Sociedade, Economia e Cultura]- Edições Cosmo – Lisboa – 1994. Desc.[314] pág / 23 cm x 16 cm / Br.


  • Poemas (ALDA LARA)

    Poemas (ALDA LARA) «€60.00»

    Alda Pires Barreto de Lara de Albuquerque (Alda Lara) – Poemas (Obra Completa) – Imbondeiro / Grafica da Huíla,Lda – Sá da Bandeira – Angola – 1966. Desc.[193] pág / 20 cm x 15 cm / Br. [1.ª Edição]

     

     

    Resultado de imagem para alda laraAlda Ferreira Pires Barreto de Lara Albuquerque, conhecida como Alda Lara (9 de junho de 1930, Benguela, Angola – 30 de janeiro de 1962, Cambambe, Angola), foi uma poetisa portuguesa de origem angolana, que criou uma grande produção poética, publicada apenas após a sua morte, através da recolha dos seus poemas feita pelo seu marido.Nasceu em Benguela, em 1930, sendo irmã do poeta Ernesto Lara Filho. Ainda nova mudou-se para Lisboa onde concluiu o 7º ano do Liceu. Posteriormente, Frequentou as Faculdades de Medicina de Lisboa e depois de Coimbra, onde acabou por se licenciar. Esteve ligada a actividades da Casa dos Estudantes do Império (CEI), sendo uma excelente declamadora, chamando a atenção para os poetas africanos. Alda Lara foi casada com o escritor Orlando Albuquerque. Após a sua morte, a Câmara Municipal de Sá da Bandeira (actual Lubango) instituiu o Prémio Alda Lara de poesia, em sua homenagem. O seu marido, recolheu a sua poesia e publicou postumamente toda a a sua obra

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     


  • Discursos e Notas Politicas( Oliveira Salazar)

    Discursos e Notas Politicas ( Oliveira Salazar) «€250.00»

    Oliveira Salazar – Discursos e Notas Politicas – Vol.º [I] (1928-1934) / Vol.º [II] (1935-1937) / Vol.º [III] (1938-1943) / Vol.º [IV] (1928-1943) / Vol.º [V ] (1951-1958) / Vol.º [VI] (1959-1966) – Coimbra Editora – Coimbra – Coimbra – 1934/1966. Desc.[LXXVII] + [397] + [XXIII] + [399] + [XV] + [419] + [584] + [530] + [446] pág / 19,5 cm x 14 cm / E. Pele

     

    António de Oliveira Salazar  (Vimieiro, Santa Comba Dão, 28 de abril de 1889 — Lisboa, 27 de julho de 1970) foi um estadista nacionalista português que, além de chefiar diversos ministérios, foi presidente do Conselho de Ministros do governo ditatorial do Estado Novo e professor catedrático de Economia Politica, Ciência das Finanças e Economia Social da Universidade de Coimbra. Foi nomeado doutor Honoris causa, em 1940, pela Universidade de Oxford. Nascido no seio de uma família humilde de pequenos proprietários agrícolas, o seu percurso no Estado português iniciou-se quando foi escolhido pelos militares para Ministro das Finanças durante um curto período de duas semanas, na sequência da Revolução de 28 de Maio de 1926. Foi substituído pelo comandante Filomeno da Câmara de Melo Cabral após o golpe do general Gomes da Costa. Posteriormente, foi de novo Ministro das Finanças entre 1928 e 1932, procedendo ao saneamento das finanças públicas portuguesas. Ficou também para a história como o estadista que mais tempo governou Portugal, desempenhando funções em ditadura entre 1932 e 1933, e de forma autoritária, desde o início da segunda república até ser destituído em 1968. Figura de destaque e promotor do Estado Novo (1933–1974) e da sua organização política, a União Nacional, Salazar dirigiu os destinos de Portugal como presidente do Ministério de forma ditatorial entre 1932 e 1933 e, como Presidente do Conselho de Ministros entre 1933 e 1968. Os autoritarismos e nacionalismos que surgiam na Europa foram uma fonte de inspiração para Salazar em duas frentes complementares: a da propaganda e a da repressão. Com a criação da Censura, da organização de tempos livres dos trabalhadores FNAT e da Mocidade Portuguesa, o Estado Novo procurava assegurar a doutrinação de largas massas da população portuguesa ao estilo do fascismo, enquanto que a sua polícia política (PVDE, posteriormente PIDE e mais tarde ainda DGS), em conjunto com a Legião Portuguesa, combatiam os opositores do regime que, eram julgados em tribunais especiais (Tribunais Militares Especiais e, posteriormente, Tribunais Plenários). Inspirado no fascismo e apoiando-se na doutrina social da Igreja Católica, Salazar orientou-se para um corporativismo de Estado, com uma linha de acção económica nacionalista assente no ideal da autarcia. Esse seu nacionalismo económico levou-o a tomar medidas de proteccionismo e isolacionismo de natureza fiscal, tarifária, alfandegária, para Portugal e suas colónias, que tiveram grandes impactos positivos e negativos durante todo o período em que exerceu funções.